sábado, 21 de abril de 2012

Mulheres cristãs "Sem-Vergonha" - Pelo amor ao Senhor (e aos homens), não se exponha.

Uma mulher entrou no meu escritório alguns dias atrás. Ela estava quase-vestida, usando apenas sutiã e calcinha. Só tem uma mulher no mundo que tem o direito de estar comigo vestido assim: minha esposa. Mas esta mulher que entrou no meu escritório alguns dias atrás, não era minha esposa. Eu fiquei muito constrangido.
Constrangida ela não ficou de forma alguma. Vamos chamar ela de “Sem-Vergonha”. A Sem-Vergonha não ficou constrangida, pois ela engoliu a mentira da nossa sociedade moderna. Esta mentira diz o seguinte: se a sutiã e a calcinha estiverem da mesma cor e feitas de um tecido que se pode usar na água, então não são roupas íntimas—são roupa de banho. A Sem-Vergonha se declara Cristã, mas mesmo assim ela parece não ter problema em expor o corpo dela para o mundo inteiro. Imagino que ela ficaria talvez com vergonha de andar no shopping ou visitar uma família, vestida apenas de sutiã e calcinha. Mas por alguma razão, ela não percebe problema nenhum em escolher uma foto dela assim vestida como foto do perfil do Facebook. Foi assim que ela entrou no meu escritório: pela tela do meu computador.

Eu tenho centenas de “amigos” no Facebook que mal conheço. Aceito qualquer solicitação de amizade de pessoas que se declaram Cristãos, pois quero ampliar minha rede de contatos com pessoas crentes para promover o trabalho de várias entidades e instituições reformadas com as quais trabalho. Quando um contato no Facebook postar coisas indecorosas ou promove pensamentos, atitudes ou atos não Cristãos, eu apago logo.

Quero compartilhar com você as razões pelas quais eu apaguei a Sem-Vergonha.

1. O corpo dela pertence ao seu marido (1 Cor. 7:4). Se ela não estiver casada, ela deve guardar o corpo dela para o seu futuro marido. O corpo dela não é para ser exposto para o mundo inteiro ver; muito menos é para ser exposto na tela do meu computador.

2. Ver o corpo de uma outra mulher não promove minha santificação nem edifica o meu casamento (Prov. 5:15-20; Jó 31:1). Deus criou o homem de tal forma que ele experimenta uma reação muito forte quando vê o corpo de uma mulher. Esta reação dentro do casamento é linda e promove o verdadeiro amor. Fora do casamento, é vergonhosa e traz destruição e tristeza. Neste mundo atolado na imoralidade e perversão sexual, é necessário muita vigilância para o homem guardar a sua pureza sexual. Quando outras mulheres se apresentam quase despidas diante dos olhos de um homem, isto em nada ajuda nesta luta contra o pecado.


3. Se apresentar em público descoberta é uma negação da obra de Cristo (Gen. 3:21, Isa 61:10, Eze. 16, Apoc. 3:18). Quando o homem caiu em pecado, a sua nudez foi exposta. Deus deu roupas para cobrir a vergonha de Adão e Eva. Um animal teve de morrer para que a nudez deles fosse coberta. Isto foi uma pregação da obra de Cristo, que ficou exposto e nu na Cruz, tomando para Si a nossa vergonha, e derramando o seu sangue para que sejamos cobertos com as roupas brancas da justiça do Cordeiro. A forma que nós nos vestimos reflete algo sobre o nosso entendimento do evangelho. Quando homens e mulheres Cristãos expõem seus corpos publicamente, estão de uma certa forma apagando a manifestação do poder da obra de Cristo em suas vidas. Em vez de se vestir em traje decente, com modéstia e bom senso, eles imitam o mundo que se gloria na sua vergonha. Uma mulher entrou no meu escritório alguns dias atrás. Ela estava quase-vestida, usando apenas sutiã e calcinha. Só tem uma mulher no mundo que tem o direito de estar comigo vestido assim: minha esposa. Mas esta mulher que entrou no meu escritório alguns dias atrás, não era minha esposa. Eu fiquei muito constrangido.


A coisa triste é que muitos que se dizem seguidores de Cristo acharão esta reação radical demais. Tem uma razão por isto: estamos tão atolados no mundanismo que nem percebemos. O Cristianismo superficial e mundano dos nossos dias produz Cristãos superficiais e mundanos. O Cristianismo ensinado por Cristo e os apóstolos, contudo, é uma total transformação da vida em todos os aspectos, acompanhado por um compromisso radical com a santidade. Se a única diferença entre o mundo e a Igreja é que estes estão do lado de dentro da parede da Igreja, e aqueles do lado externo, então não conhecemos o verdadeiro Cristianismo que proclama: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” (2 Cor. 5:17).

Por Kenneth Wieske

Fonte: Reforma Hoje
 
Fonte via: http://2timoteo316.blogspot.com.br/2012/04/mulheres-cristas-sem-vergonha-roupas-de.html
 
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quinta-feira, 19 de abril de 2012

O neo-peronismo de Cristina Kirchner e a ideologia de neutralidade de género (Direto de Portugal)

O neo-peronismo de Cristina Kirchner e a ideologia de neutralidade de género


by O. Braga

Será que a ideologia de neutralidade de género elimina as diferenças fundamentais existentes entre os dois sexo? Não; porque isso é uma impossibilidade objectiva. Se mudarmos os nomes às coisas, as coisas não deixam, por isso, de ser na sua essência aquilo que são.



O governo argentino de Cristina Kirchner entrou numa deriva peronista. A história vai e vem. Desta vez, o novo peronismo argentino adopta também a ideologia de neutralidade de género que é uma característica do marxismo cultural.



O novo Código Civil da Argentina, proposto pela neo-peronista Kirchner, prevê a eliminação da exigência de se atribuir nomes às crianças que sejam inequívocos quanto ao sexo da criança em causa: por exemplo, segundo o novo Código Civil argentino, um menina pode receber o nome de Roberto, ou Orlando, ou Joaquim; e um menino poderá receber o nome de Joana, ou Sofia, ou Miquelina.



Pelo facto de se chamar Joaquim a uma menina, ela deixa de ser do sexo feminino e de ter todas as características próprias do sexo feminino? Não!; essa menina de nome Joaquim será certamente uma menina do sexo feminino característica da espécie humana. E pelo facto de um menino receber o nome de Manuela, deixará de ser do sexo masculino? Naturalmente que não. Então, o que é que a ideologia de género pretende?



O que a ideologia de género pretende é que a sexualidade dos futuros adultos venha a resultar de uma nova construção cultural imposta pelas elites, porque o marxismo cultural acredita que a cultura antropológica é, toda ela, uma construção social; e acredita que a própria diferença entre o homem e a mulher não provém da natureza, mas antes é também uma construção cultural.



O que a ideologia de género pretende é alterar a essência das coisas mediante a mudança dos nomes que se dão a essas coisas. Essa gente precisa de ser interditada e internada com urgência.

O. Braga
Quinta-feira, 19 Abril 2012 at 8:12 am
Tags: Argentina, Cristina Kirchner
Categorias: A vida custa, cultura, Esta gente vota, feminismo, politicamente correcto, religiões políticas
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quarta-feira, 18 de abril de 2012

O trabalho, a Mulher, e as tendências do futuro

O trabalho, a Mulher, e as tendências do futuro

by O. Braga

[mini-ensaio / 1438 palavras]



O que o nosso tempo nos pede é a coragem de uma autêntica revolução cultural.

Hoje é comummente aceite, mesmo pela direita dita “conservadora”, que o facto de a mulher trabalhar fora de casa [aqui entendido como “trabalho externo”] é um direito positivo [que implica a existência de um “dever”], enquanto que se a mulher ficar em casa a cuidar dos filhos, da família, ou trabalhar em comunidades restritas [aqui entendido como “trabalho institucional”], exerce um direito negativo [que implica a existência de uma mera opção]. Ou seja: na cultura coeva e nas leis, quando a mulher trabalha fora de casa, cumpre um dever; e se trabalha em casa, fá-lo por opção, ou, como se diz agora, por um “estilo alternativo de vida”.

Ler mais deste artigo:
http://espectivas.wordpress.com/2012/04/18/o-trabalho-a-mulher-e-as-tendencias-do-futuro/#more-42722

O. Braga
Quarta-feira, 18 Abril 2012 at 1:14 pm
Tags: criança, Direito, Distributismo, família, mulher, Trabalho
Categorias: ética, cultura, economia, Política, Sociedade
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domingo, 15 de abril de 2012

O ataque soez da homofascista Hilary Rosen a Ann Romney

O ataque soez da homofascista Hilary Rosen a Ann Romney


by O. Braga

Fiquei aqui a saber que Hilary Rosen, a jornalista americana que atacou, na CNN, Ann Romney — a mulher de Mitt Romney — acusando-a de “não ter trabalhado toda a sua vida”, é lésbica.



Ann Romney respondeu a Rosen dizendo que “ser dona-de-casa foi uma opção sua”, e que “educar cinco filhos dá muito trabalho” (sic). Para a lésbica Hilary Rosen, o facto de uma mulher ser casada, ter filhos, e optar por ficar em casa, é considerado imoral; mas não só para a Hilary Rosen: a esmagadora maioria das lésbicas pensa desta maneira.



Uma mulher tem todo o direito de decidir, em plena liberdade, de ficar em casa a educar os seus filhos; trata-se, aliás, do trabalho mais nobre que uma mulher pode ter. Que trabalho pode ser mais nobre do que a dedicação à educação de crianças?



O homofascismo utiliza uma estratégia de inversão da moral: aquilo que, para o senso-comum, é uma virtude [por exemplo, a dedicação de uma mãe em relação aos seus filhos], passa a ser moralmente condenável pelos homofascistas. E em função dessa inversão da moral, os homofascistas insultam aquelas pessoas que não vêem a moral como eles a vêem, entram em histeria pública e publicada, o que leva o cidadão anónimo a afastar-se da discussão para evitar ter que os aturar.



O problema da nossa sociedade é que lésbicas e gays assumem, cada vez mais, lugares-chave de decisão política e de influência cultural.

O. Braga
Sexta-feira, 13 Abril 2012 at 10:23 am
Categorias: A vida custa, ética, cultura, Esta gente vota, feminismo, Gayzismo, homocepticismo, Homofascismo, politicamente correcto
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A razão porque as jornalistas da FOX NEWS são mais bonitas do que as da CNN

A razão porque as jornalistas da FOX NEWS são mais bonitas do que as da CNN


by O. Braga

"Forget ambition, financial security and that first-class degree.



A controversial study has concluded that the real reason women pursue careers is because they fear they are too unattractive to get married.



The research team, made up of three women and two men, said that when men are thin on the ground, 'women are more likely to choose briefcase over baby'."



via Do girls only want a career because they can't attract a man? Provocative study casts high fliers in a new light
Mail Online.



Se uma mulher não pode competir com as outras mulheres em atracção em relação ao sexo oposto, procura então um nicho de mercado onde se pode tornar atraente: troca a família pela profissão. E depois, juntam-se todas em função da lei universal da afinidade: e é por isso que as mulheres conservadoras, em geral, são mais bonitas e atraentes dos que as feministas.



A feminista é uma mulher que não interessa ao homem.

O. Braga
Sábado, 14 Abril 2012 at 7:31 pm
Tags: mulher
Categorias: feminismo
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Estudo: as mulheres que têm filhos vivem mais tempo

Estudo: as mulheres que têm filhos vivem mais tempo


by O. Braga

"Conclusion: there was increased all-cause mortality in later life in childless women, accompanied by reduced mortality as parity increased. Underlying mechanisms are unclear but findings may have public health importance."



via Childbearing history and late-life mortality: the Dubbo study of Australian elderly.

O. Braga
Sábado, 14 Abril 2012 at 8:12 pm
Tags: mulher
Categorias: aborto, feminismo
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quarta-feira, 4 de abril de 2012

O abandono da mulher

O abandono da mulher


by O. Braga

«When a man says to a woman “you are free” he is at the same time saying “you are on your own.” Women’s liberation equals male abandonment. From the man’s point of view the purpose of liberating women is precisely to enable and justify abandoning women.»



via The Thinking Housewife › Women’s Liberation Isn’t Liberating.



A descoberta deste blogue foi uma agradável surpresa, não porque eu esteja convencido de que as mulheres, em geral, não pensem como a autora do blogue; mas antes porque, hoje, é raro acontecer que a mulher diga o que pensa fazendo pleno uso da lógica. Aliás, o ostracização da lógica é hoje comum ao homem e à mulher.





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«Quando um homem diz a uma mulher: “és livre”, ele está simultaneamente a dizer que “estás por tua conta”. A libertação da mulher significa o seu abandono por parte do homem. Do ponto de vista do homem, o sentido da libertação da mulher é precisamente o de permitir e justificar o abandono da mulher.»



Assistimos, hoje, a um choque de civilizações entre a cultura islâmica e a cultura ocidental. Na primeira, a mulher é, de facto, oprimida; na segunda, o homem diz à mulher: “és livre!”.



Os verdadeiros machistas da actualidade são homens de Esquerda e os libertários de direita: são os que dizem à mulher: “és livre”, para que se possa, assim, justificar culturalmente o abandono da mulher.

E por isso é que existe o “choque de civilizações”, porque ambas as “civilizações” estão erradas; de facto, não podemos sequer falar, num e noutro caso, de “civilizações”: são dois tipos diferentes de barbárie. Bastaria que uma das duas “civilizações” estivesse correcta para que deixasse de existir um “choque de civilizações”, porque a barbárie tende naturalmente a submeter-se à civilização propriamente dita.



Se quando o homem diz à mulher: “és livre”, e se o sentido da “liberdade da mulher” é o abandono da mulher por parte do homem, em consequência são as crianças que são abandonadas pela mulher. Quebra-se, assim, o elo de ligação natural entre o homem, a mulher e as crianças.



Por isto é que a Esquerda — e os libertários de direita —, ou seja, as elites, estão profundamente errados quando defendem a “libertação da mulher”: o que a Esquerda realmente defende é o abandono da mulher por parte do homem. Este abandono da mulher e das crianças, por parte do homem, está bem patente na lei do “divórcio unilateral e na hora” que tem que ser urgentemente revista.



A Esquerda tem que compreender, de uma vez por todas, que não vivemos em uma sociedade tribal como a dos Tobriandeses, ou coisa do género; ou na sociedade dos Nuer, em que o irmão mais velho da mãe tem um lugar mais importante do que o do pai; ou em outras culturas tribais e primitivas onde determinados homens são temporariamente considerados mulheres, ou determinadas mulheres, homens.



Nestas sociedades primitivas e de pequena escala, a lei do grupo sobrepõe-se à família nuclear. As funções do grupo, seus códigos e estatutos estão em primeiro plano. O indivíduo apaga-se diante dos sistemas formados pela tribo. Nessas sociedades primitivas, as relações são nitidamente menos individualizadas e menos personalizadas.



A família dita “nuclear” não é um acidente da História; ela é largamente maioritária através das civilizações. O triângulo mãe / pai / filho foi um avanço cultural — ou uma “diferenciação cultural”, na terminologia de Mircea Eliade.



Por isso, existe uma contradição intrínseca na Esquerda quando esta defende, por um lado, a dita “libertação da mulher” — que pressupõe a valorização do indivíduo feminino — e, por outro lado, desliga a mulher da família nuclear e natural — fazendo impor a supremacia da lei do grupo.



É por isso que eu digo que os verdadeiros machistas da actualidade são homens de Esquerda e os libertários de direita: são os que dizem à mulher: “és livre”, para que se possa, assim, justificar culturalmente o abandono da mulher.

O. Braga
Segunda-feira, 2 Abril 2012 at 6:03 pm
Tags: mulher
Categorias: ética, cultura, feminismo, politicamente correcto, Sociedade
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