terça-feira, 27 de setembro de 2011

Importa realmente o que vestimos?

Importa realmente o que vestimos?
Quando se fala em qual deve ser o vestuário adequado para o cristão, muitos vão logo pensando na velha controvérsia da calça x saia. Porém, esta é uma visão limitada e preconceituosa. O vestuário do verdadeiro cristão envolve questões muito mais profundas do que a simples escolha de um traje. Deus não é etnocêntrico, ou seja, não adota uma cultura específica para servir de padrão a todas as outras.

Na história da humanidade, registrada nas Sagradas Escrituras, podemos ver nitidamente Deus respeitando as culturas de cada época e região, mesmo quando estas se revelaram inadequadas e não colaboraram para a felicidade humana.

Hoje não é diferente. Ele aceita que nossos irmãos das mais diversas culturas do mundo O adorem e sirvam com sua vestimenta peculiar. Por isso, jamais poderíamos chegar a uma dessas igrejas impondo nosso estilo de vestir como ideal. Pense no que aconteceria caso um irmão de certa tribo africana quisesse obrigar um brasileiro a ir à igreja vestindo túnicas longas. Isso traria escândalo ou, na melhor das hipóteses, risos.

É por esse motivo que Deus não escolhe uma roupa específica para usarmos. No entanto, Ele deixou princípios universais para serem seguidos por todas as pessoas de todas as épocas e culturas. E são justamente esses princípios que devem nos levar a usar roupas que sejam condizentes com nossa fé.

“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co 10:31). Esse deve ser o princípio áureo de quem quer agradar a Deus. Tudo o que fizermos – inclusive o vestuário que usamos – deve glorificar a Deus. Na Bíblia, encontramos ainda outras preciosas orientações com relação à roupa que glorifica ao Criador: “Da mesma forma que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro ou pérolas, ou vestuário dispendioso” (1Tm 2:9). “Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário” (1Pd 3:3).

Deus é glorificado quando nossa roupa não chama atenção para nós mesmas(os) e nos apresenta apenas como vasos de barro, contendo valioso tesouro. É claro que isto não é válido somente para as mulheres. Foi o contexto da época que fez com que os apóstolos Pedro e Paulo assim escrevessem.

Já ouvi muitos dizerem que não importa o que vestimos, o importante é o que vai no coração. Mas, com certeza, o que vai no coração também se revela em nosso exterior. Até nossa personalidade pode ser avaliada, em parte, através daquilo que vestimos. A roupa que usamos demonstra a forma como queremos que os outros nos vejam. E esta é a questão crucial. Se já não sou mais eu quem vive e Cristo vive em mim, como será minha roupa? Quero que me apreciem e me achem atraente, bonita(o), sedutora(o), ou quero que, ao me olharem, vejam a simplicidade, modéstia, decência, asseamento e bom gosto que eram vistos em Jesus?

Vejamos o que Ellen White diz sobre isso: “Nossas palavras, ações, vestidos, são pregadores vivos, juntando com Cristo, ou espalhando. Isto não é coisa insignificante, para ser passada por alto com um gracejo. A questão do vestuário exige séria reflexão e muito orar” (Testemunhos Seletos, v. 1, p. 596). “Os que se apegam aos adornos proibidos na Palavra de Deus, nutrem orgulho e vaidade no coração. Desejam atrair a atenção. Seu vestuário diz: Olhem para mim, admirem-me. Assim cresce decididamente a vaidade no coração humano, devido à condescendência” (Ibid., p. 599).

Temos que tomar cuidado para não nos secularizar e nos conformar com os costumes do mundo. A cultura e os costumes são muito dinâmicos. O que há vinte anos era considerado indecente, hoje é aceito com naturalidade. O nudismo e o erotismo não causam mais espanto. Até as crianças estão sendo corrompidas debaixo dos narizes dos pais.

Ainda que estranhos para a (i)moralidade atual, os princípios de Deus continuarão sendo sempre os mesmos. Não podemos nos deixar levar pelas modas do mundo quando elas ferem a representação adequada do caráter de Deus. Ellen White nos faz uma preciosa advertência: “Muitos se vestem como o mundo, a fim de exercerem influência sobre os incrédulos; nisto, porém, cometem lamentável erro. Caso eles queiram ter influência real e salvadora, vivam segundo sua profissão de fé, mostrem essa fé pelas obras de justiça, e tornem distinta a diferença entre o cristão e o mundano. As palavras, o vestuário, as ações, devem falar em favor de Deus” (Ibid., p. 594).

Quando Cristo entra no coração, há uma transformação completa, e o vestuário jamais contradiz aquilo que professamos. “Quando a mente está firme na idéia de apenas agradar a Deus, desaparecem todos os desnecessários embelezamentos pessoais” (Ibid., p. 599).

Por tudo isso, vemos que vestir-se corretamente não é questão tão simples como a escolha de uma saia ou de uma calça – o que seria muito fácil. Na verdade, esse é um assunto que envolve genuína conversão e desprendimento do mundo. Devemos escolher usar a roupa que melhor represente o cristianismo de acordo com a cultura da época e da região em que vivemos.

Antes de sair, olhe-se no espelho e peça para Jesus avaliar se sua roupa é a mais adequada. Com certeza Ele irá mostrar e lhe dará forças para vencer os ditames deste mundo.

Nunca esqueça: como tudo na vida cristã, a vestimenta correta é resultado da comunhão com Cristo. Se tentarmos fazer o contrário (corrigir hábitos sem comunhão), estaremos fadados ao fracasso e à infelicidade. Para todo mal, Jesus é a solução. E só Jesus!

(Débora Tatiane M. Borges é pedagoga e reside em Tatuí, SP)
Fonte: http://www.criacionismo.com.br/2011/09/mulheres-que-usam-saia-sao-mais-bem.html#.ToGfpYZZ75A.twitter
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Mulheres que usam saia são mais bem avaliadas

Mulheres que usam saia são mais bem avaliadas
Um estudo realizado pela Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, revela que as mulheres que usam saias, ao invés de calças, são consideradas mais confiáveis no trabalho e estão mais propensas a ganhar um salário maior. Segundo Karen Pine, professora do departamento de psicologia e uma das coordenadoras do estudo, a descoberta contradiz pesquisas anteriores que sugerem que as mulheres devem se vestir como homens para ter sucesso no trabalho. No total, 300 pessoas participaram do estudo. Elas foram convidadas a avaliar oito imagens de mulheres vestindo saia ou calça de acordo com os seguintes critérios: confiança, sucesso, credibilidade, salário e flexibilidade. As roupas usadas pelas modelos foram feitas com o mesmo tipo de tecido na cor azul marinho e as características faciais foram ocultadas digitalmente.

Os cientistas descobriram que as mulheres que vestiam saia receberam mais avaliações positivas do que as outras. Pine explica que depois de ver um rosto por apenas um segundo, as pessoas fazem julgamentos sobre atributos pessoais e profissionais e as mulheres devem manter uma identidade que equilibra profissionalismo com atratividade.

“A saia pode atingir esse equilíbrio sem parecer provocativa. Mas é preciso tomar cuidado com decotes ou micro-saias. Roupas provocantes são consideradas de baixo status profissional”, declarou ao Mail Online.

(UOL)

Nota: Não é de hoje que o meio empresarial dá recados àqueles que querem representar a Deus e a boa religião por meio de seu vestuário. Matéria publicada na revista Exame, anos atrás, recomendava cuidado com decotes, roupas justas e maquiagem por parte de mulheres que desejam fazer entrevistas de emprego. Essa pesquisa da Universidade de Hertfordshire faz eco a outras do gênero, ao bom senso e à própria Bíblia, uma vez que confirma as vantagens da distinção de vestuário para homens e mulheres e reforça a importância dos princípios defendidos na Palavra de Deus: decência, bom gosto e modéstia. Se no mundo dos negócios existe essa preocupação, como deveriam se comportar aqueles que pretender ser embaixadores/embaixatrizes do reino de Deus? Evidentemente que há roupas para várias ocasiões e culturas, mas os princípios são permanentes e inegociáveis.[MB]

Leia também: “Importa realmente o que vestimos?”
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domingo, 25 de setembro de 2011

A influência dos bebês sobre os homens solteiros

A influência dos bebês sobre os homens solteiros


Douglas W. Phillips

Alguns dos homens solteiros mais masculinos e visionários que conheço passam tempo em companhia de bebês e crianças pequenas. E eles adoram isso. Eles amam abraçá-los, brincar com eles, e se regozijar perante a esperança que aquela nova vida representa.

 
Fazem isto porque rejeitaram a cultura do individualismo radical que ensina os homens a verem suas vidas isoladas da família e da comunidade cristã. Fazem isto porque têm à sua volta outros homens — já casados e pais — que falam da aliança, de uma geração fiel, e da responsabilidade dos homens de suscitar uma semente piedosa.

Reconhecem que sua própria missão como homens estará relacionada — muito provavelmente — com seu papel de pai. Como homens solteiros, se preparam para a paternidade e começam a orar pelos filhos que o Senhor decidirá enviar-lhes. Reconhecem que filhos são uma rica benção a ser grandemente desejada por qualquer homem que seja, digamos... homem!

Para essa nova geração de homens, os bebês são um lembrete de que são descendência e deixarão descendentes. Eles lhes trazem à mente suas prioridades em Cristo. A presença de crianças na vida dos homens solteiros é um encorajamento à visão do Salmo 127 de que um dia sua própria família será poderosa na terra. Bebês são um lembrete de que nossos pais espirituais, a exemplo de Abraão, foram homens que alimentavam fortemente a esperança de ter filhos. Crianças nos lembram de que o maior exemplo de masculinidade em toda a história repreendeu outros homens que impediam as criancinhas de se aproximar dele (Marcos 10.14).

O resultado é que os homens solteiros que vivem rodeados de bebês e de uma cultura familiar sentem-se altamente motivados a estabelecer e dirigir biblicamente sua própria família. Experimentam uma pressão positiva e santa da parte de outros homens para deixar de lado as coisas pueris e infantis e dedicarem-se por inteiro às coisas de homem. Isto significa que devem se preparar profissionalmente (Provérbios 24.27) para iniciar suas próprias famílias e terem filhos. Malaquias 2.14 nos lembra que “homens de verdade” reconhecem que a busca de uma semente santa não é algo fortuito. É uma das principais razões apontadas pelo Criador para o matrimônio. Por todas essas razões, a presença de bebês na vida de homens solteiros não somente amolece seus corações para perceberem a preciosidade que são as crianças, mas os motiva a serem homens de Deus.

Em contraste, as culturas individualistas priorizam estilos de vida cuja tendência é incutir nos homens jovens sentimentos contrários aos saudáveis e viris conceitos a respeito de crianças e filhos. Nem todas as expressões de individualismo são inerentemente erradas, mas o efeito delas tem sido devastador para nossa visão dos bebês e da paternidade. Por exemplo, a tendência moderna da formação educacional sem fim acaba dando aos homens uma visão de mundo associada à vida estudantil de “pensionato”, adiando o matrimônio cada vez mais e mais. A Bíblia encoraja os maridos a se alegrarem com a mulher da sua mocidade, e é por isso que a cultura cristã, de forma consciente, prepara os homens para o matrimônio e a liderança familiar desde muito cedo, não no fim da vida.

Culturas individualistas fomentam o materialismo, o grande inimigo de uma masculinidade madura. Materialismo é veneno para o homem solteiro. O sucesso se define como a aquisição de bens, ao invés de definir-se como a obediência e busca de objetivos espirituais. Casamento e filhos são comumente vistos como um obstáculo à liberdade pessoal. Além disso, o materialismo acostuma os homens a exigirem gratificação imediata. Isto conduz a uma sexualidade distorcida, ao endividamento, e mesmo à impaciência e ira. Em contraste, as culturas que impulsionam os homens a lidar com bebês e filhos tendem a encorajar neles o auto-sacrifício, a paciência e a benevolência.

Culturas individualistas, por natureza, produzem famílias fragmentadas. O que acontece é que os corações de nossos homens solteiros acabam se envolvendo na cultura destrutiva de seu tempo, em lugar de envolverem-se em uma comunidade cristã equilibrada, composta de muitas gerações familiares.

A verdade simples é esta: Quanto mais distantes os homens estiverem dos bebês, mais egoístas se tornarão. Os homens solteiros precisam envolver-se em assuntos de homem. Precisam da companhia de homens firmes e da influência de homens mais velhos e mais sábios ao seu redor. Mas também precisam estar rodeados de bebês.

Francamente, os homens foram projetados para batalhas, mas necessitam saber a razão pela qual batalham. Eles lutam pelo Rei e pelo Seu Reino. Essa luta inclui a defesa das mulheres e dos pequeninos que nossas esposas trouxeram ao mundo (Neemias 4.14). Mas como nossos homens saberão a preciosidade do tesouro que têm de salvaguardar se jamais cultivaram seu amor pelos bebês e pelas criançinhas?

Precisamos de homens que aprendam desde cedo que crianças são um tesouro. Os homens que amam as crianças tendem a ser mais visionários, estáveis e altruístas. Precisamos de uma nova geração de jovens homens visionários. Jovens homens visionários aspiram por vidas com um significado que transcende o aqui e agora. É por isso que precisamos de bebês nas mãos dos nossos jovens varões e de falar-lhes dos verdadeiros sonhos e aspirações do homem justo (Salmo 112, 127, 128).

Tradução: Márcio Santana Sobrinho


Fonte: Monergismo

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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Joga Limpo Brasil: Instituições cristãs se unem em projeto evangelístico para Copa e Olimpíadas

Joga Limpo Brasil: Instituições cristãs se unem em projeto evangelístico para Copa e Olimpíadas
http://educacaofisicareformacional.blogspot.com/2011/09/joga-limpo-brasil-instituicoes-cristas.html

Coral Shalom convida: Culto de Gratidão a DEUS por seus 25 anos - 25/09/2011 d.C - Domingo às 19h na Igreja Presbiteriana do Brasil em Osasco (IPO)




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Café da manhã com homens - Vencendo as Crises - Entrada Franca - 01/10/11 d.C - às 8h30 - Espaço Cultural Presbiteriano de Pinheiros/SP

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Aborto e saúde mental: síntese quantitativa e análise revela graves consequências para as mulheres



Abortion and mental health: quantitative synthesis and analysis of research published 1995–2009


Author Affiliations
Human Development and Family Studies, 16 D FCS Building, Bowling Green State University, Bowling Green, Ohio 43402, USA. Email: pcolema@bgnet.bgsu.edu

Declaration of interest

None.

Abstract

Background

Given the methodological limitations of recently published qualitative reviews of abortion and mental health, a quantitative synthesis was deemed necessary to represent more accurately the published literature and to provide clarity to clinicians.

Aims

To measure the association between abortion and indicators of adverse mental health, with subgroup effects calculated based on comparison groups (no abortion, unintended pregnancy delivered, pregnancy delivered) and particular outcomes. A secondary objective was to calculate population-attributable risk (PAR) statistics for each outcome.

Method

After the application of methodologically based selection criteria and extraction rules to minimise bias, the sample comprised 22 studies, 36 measures of effect and 877 181 participants (163 831 experienced an abortion). Random effects pooled odds ratios were computed using adjusted odds ratios from the original studies and PAR statistics were derived from the pooled odds ratios.

Results

Women who had undergone an abortion experienced an 81% increased risk of mental health problems, and nearly 10% of the incidence of mental health problems was shown to be attributable to abortion. The strongest subgroup estimates of increased risk occurred when abortion was compared with term pregnancy and when the outcomes pertained to substance use and suicidal behaviour.

Conclusions

This review offers the largest quantitative estimate of mental health risks associated with abortion available in the world literature. Calling into question the conclusions from traditional reviews, the results revealed a moderate to highly increased risk of mental health problems after abortion. Consistent with the tenets of evidence-based medicine, this information should inform the delivery of abortion services.

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FREE PDF GRATIS

FREE SUPPLEMENT DATA/DADOS SUPLEMENTARES GRATIS

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NOTA DESTE BLOGGER:

Você vai ler uma nota sobre a conclusão desta pesquisa na Grande Mídia - especialmente as revistas femininas - que favorecem a cultura da morte em sua campanha tresloucada a favor do aborto? Duvido! Os Neros pós-modernos, chiques e perfumados a la Dawkins, são assassinos de mentes cauterizadas e mãos manchadas de sangue de milhões de inocentes: um Holocausto silencioso!!!
 
 
 
 
 
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sábado, 10 de setembro de 2011

É hora de investigar a Federação de Planejamento Familiar

É hora de investigar a Federação de Planejamento Familiar

1 de setembro de 2011 (Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) — Uma menina de treze anos — vamos chamá-la de Karen — era uma mocinha comum que adorava jogar futebol. Mas sua vida deu uma virada horrível quando seu treinador de futebol a seduziu e engravidou. Sem o conhecimento dos pais de Karen, o treinador levou Karen para uma clínica da Federação de Planejamento Familiar em Ohio e pagou pelo aborto dela. As funcionárias da clínica não fizeram nenhuma pergunta, apesar do fato de que Karen mal havia acabado de sair da infância.

O treinador foi posteriormente condenado por violência sexual e enviado para a prisão. Mas conforme [a entidade pró-vida] Americanos Unidos pela Vida observou recentemente, o caso indica que as clínicas da Federação de Planejamento Familiar têm muita disposição de “serem parceiras perfeitas daqueles que desejam abusar sexualmente e tirar vantagem de meninas novas”.

Americanos Unidos pela Vida recentemente publicou um relatório intitulado “Razões para se Investigar a Federação de Planejamento Familiar”. O relatório conta em detalhes casos horríveis que explodiram nos noticiários em anos recentes: funcionárias da Federação de Planejamento Familiar ajudando cafetões e traficantes sexuais; enganando mulheres sobre os perigos do aborto; recusando obedecer às leis de notificação aos pais; e usando indevidamente milhões de dólares do dinheiro dos contribuintes do imposto de renda.

Pior de tudo é a evidência de que a Federação de Planejamento Familiar comete negligência ao não comunicar os abusos sexuais contra crianças. Em vez disso, conforme comentou Americanos Unidos pela Vida, as clínicas da Federação de Planejamento Familiar “aconselham menores e seus abusadores como driblar as leis que ordenam denunciar [abusos]”, que é a razão por que Americanos Unidos pela Vida usa o termo “os parceiros perfeitos”, já que a Federação de Planejamento Familiar trabalha com aqueles que estão realmente usando e explorando “meninas novas”.

Americanos Unidos pela Vida recomenda que o Congresso conduza uma investigação integral da gigantesca empresa de aborto. Concordo — já passou muito da hora. Mas precisamos também perguntar a nós mesmos o motivo por que a Federação de Planejamento Familiar se tornou tal força negativa. Pois bem, no final das contas tudo se resume à cosmovisão.

A visão secular moderna promove a ideia de total autonomia sexual até mesmo para meninas novas — que elas têm um direito à atividade sexual — e deveriam ser incentivadas a se envolver em sexo logo que se sentirem “prontas”, independente de sua idade e condição conjugal. Essa opinião diz que até mesmo as meninas mais novas precisam ter liberdade de terem tratamento para doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e até terem abortos propositados sem o conhecimento de seus pais.

Em contraste, a visão bíblica ensina que o sexo precisa ser reservado para o casamento, e que as meninas novas precisam ser protegidas daqueles que querem tirar vantagem da inocência delas. É por isso que os israelitas antigos protegiam com muito cuidado as mulheres solteiras novas, incentivando modéstia no modo de se vestir e se comportar.

Eles sabiam que sem essa proteção, homens inescrupulosos tirariam vantagem delas. As mesmas proteções formavam parte de praticamente todas as outras culturas — proteções que foram eliminadas durante a última metade do século de liberação sexual.

A pergunta é: Qual visão se alinha mais intimamente com a realidade? Milhões de abortos e nascimentos fora do casamento, um de cada quatro adolescentes com uma DST, adolescentes atraídos de forma enganadora à prostituição forçada, esses problemas dão a resposta preocupante. Meninas novas precisam de proteção daqueles que querem explorá-las.

Por isso, sim, peça aos seus legisladores que investiguem a Federação de Planejamento Familiar. Mas precisamos também ensinar nossos filhos a lição de cosmovisão por trás da exploração trágica das filhas de nossa nação — exploração praticada primeiro por homens, e então pelas mulheres famintas de lucros da Federação de Planejamento Familiar.

Publicado com a permissão de Breakpoint.org

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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com



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Campanha homossexual internacional contra Julio Severo e outros cristãos

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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Banda de família com 10 filhos espalha cultura da vida com poderosa música pró-vida

Banda de família com 10 filhos espalha cultura da vida com poderosa música pró-vida

MARKDALE, Ontário, Canadá, 31 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — O segundo membro mais velho de uma banda de família muito diferente e promissora de uma pequena comunidade do centro de Ontário compôs uma bela música a partir da perspectiva de um bebê no útero de sua mãe enquanto a mãe está considerando provocar um aborto.


A banda da família Black é composta pelos 10 filhos da família

Emily Black disse para LifeSiteNews que ela começou a compor a música “Mommy I’m Yours” (Mamãe, Sou de você) porque ela sempre teve uma profunda convicção pró-vida.

“Sempre fui muito pró-vida e tinha um desejo de espalhar essa mensagem por aí, mas essa música como que aconteceu. Iniciei-a há cerca de um ano e só ficou ali sendo chocada por um tempo”, disse Emily. “Meu pai sempre nos incentivou a escrever músicas para nossos shows, de modo que eu havia escrito uma. Com a ajuda de minhas irmãs, a terminamos e fizemos uma demonstração para nossos pais que realmente gostaram dela. Por isso, começamos a usá-la em nossos shows e decidimos que ela deveria entrar em nosso álbum”.

“Estas paredes são finas, mas apesar disso estou quente/Este é meu abrigo, este é o meu lar temporário…/Você está no telefone e está chorando de novo/Não sei por que, mas choro também./Por favor, não faça isso para você mesma, não faça isso para mim”, inicia a música de Emily.

Emily, aos dezenove anos, é a segunda filha mais velha dos dez filhos da banda musical Black: os 6 meninos e 4 meninas estão na faixa de 20 anos a quatro anos.

Os Blacks começaram a cantar como família na clínica geriátrica de seus avós cerca de oito anos atrás, depois de serem inspirados pelos espetáculos de outra família musical, os Leahys de Lakefield, Ontário, nacional e internacionalmente conhecidos por suas músicas populares, country e célticas, sapateando e cantando.

Emily Black, com 18 anos, compôs a música "Mommy I'm Yours"
“Nossos pais nos iniciam em lições de piano quando temos 4 anos de idade”, explicou Emily, “mas depois de ouvir os Leahys em concerto há nove anos, fomos inspirados a aprender o violino só porque amávamos a música. Então, obtivemos um violino, começamos a ter lições e tudo decolou daí”.

A família de músicos prosseguiu cantando em igrejas locais, campanhas de arrecadação de fundos e feiras municipais. Agora famosos em todo o sul de Ontário, a Família Black deu 85 concertos no ano passado, e acabaram de lançar seu segundo CD, intitulado “The Sunny Side of Life” (O Lado Agradável da Vida).

“Todos os fins-de-semana, principalmente no verão e outono, viajamos por todo o sul de Ontário, até 6 ou 7 horas de distância de nosso lar, para dar nossos shows”, disse Emily. De julho a dezembro deste ano a Família Black está com vinte e cinco eventos em sua agenda, abrangendo de Owen Sound a Petrolia.

Emily cantou “Mommy I’m Yours” em seus shows durante todo o ano que passou, e disse para LifeSiteNews que ela nunca havia recebido uma reação negativa à música.

“Recebi muitas respostas positivas à música em nossos shows; nunca tive nenhuma reação negativa de ninguém. Ainda que não façam comentários sobre qualquer parte do show, as pessoas virão e dirão quanto essa música as tocou. É por isso que a estamos mantendo em nossos shows, pois você nunca sabe quem a ouvirá que precisa ouvi-la”, disse ela.

“Eu amo você e quero que você também me ame./Mamãe, sou de você, por favor me mantenha nos braços de seu coração,/E não me abandone”, Emily canta no refrão de sua música.

Emily também trabalha para a causa pró-vida como secretária da Federação do Direito à Vida em Hanover, Ontário, e mencionou que sua família tem participado da Marcha Nacional pela Vida em Ottawa todos os anos. Quando indagada se ela gostaria de cantar “Mommy I’m Yours” na Marcha pela Vida, ela disse “Com certeza! Isso seria algo realmente especial!”

Informações sobre a Família Black, uma lista de seus shows programados e links para “Mommy I’m Yours” e outras músicas em seu novo CD estão disponíveis no site Black Family Music aqui.

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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com



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Bebê contrai paralisia infantil após tomar vacina contra pólio em MG

Bebê contrai paralisia infantil após tomar vacina contra pólio em MG
José Maria Tomazela

SOROCABA — Uma criança de um ano e quatro meses apresentou sintomas de Paralisia Flácida Aguda depois de ter tomado a vacina contra poliemielite, em Pouso Alegre, no sul do Estado de Minas Gerais. Apesar de ter sido diagnosticado em março deste ano, o caso só chegou ao conhecimento do Ministério da Saúde no dia 26 de agosto.

 
A doença foi diagnosticada por um neuropediatra da cidade, que notificou a Secretaria Municipal de Saúde. De acordo com a Secretaria, no dia 24 de maio, o caso foi notificado à Gerência Regional de Saúde (GRS), braço da Secretaria Estadual de Saúde (SES) no município. A Secretaria da Saúde de Minas Gerais trata o caso como suspeito e aguarda o resultado de exames complementares.

Conforme o relato da mãe da criança, Sidnéia Branco Teixeira, o menino começou a apresentar os sintomas alguns dias depois de tomar a vacina, em novembro do ano passado. No início, a criança ficou com febre que perdurou uma semana. Passados 15 dias, as pernas apresentaram sinais de paralisia, mas a mãe achou que podia ser efeito normal da vacina.

Como o sintoma persistiu, ela procurou um pediatra. A mãe contou que a caderneta de vacinação da criança está em dia, com todas as doses de vacina recomendadas. O neuropediatra Walter Luiz Magalhães diagnosticou os sintomas da paralisia em março. O tipo de paralisia apresentado, segundo ele, pode ser decorrente do vírus atenuado da poliomielite, presente na vacina.


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Fernando Haddad - Ministro da Educação, responsável pelo kit gay, é obscecado pelo socialismo - quer enfiar o kit gay nas crianças de escola a todo custo - A doutrinação marxista das crianças no Brasil.

Fernando Haddad - Ministro da Educação, responsável pelo kit gay, é obscecado pelo socialismo - quer enfiar o kit gay nas crianças de escola a todo custo - A doutrinação marxista das crianças no Brasil.

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