sexta-feira, 29 de julho de 2011

Incrível: cinco milhões assinam petição para que o aborto propositado seja declarado ilegal na Colômbia — mais de 10% da população


26 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Ativistas pró-vida da Colômbia, liderados pelo Partido Conservador do país, dizem que agora coletaram cinco milhões de assinaturas para sua petição que pede uma emenda constitucional proibindo todos os abortos.


Jovens colombianos protestando contra a legalização do aborto
Os números foram noticiados ontem no jornal El Espectador da Colômbia, e atribuídos ao líder do Partido Conservador, José Darío Salazar.

“Essas assinaturas mostram com clareza que a população é contra o aborto”, disse Salazar, um tema que o senador repetiu em toda a sua campanha para tornar novamente crime o procedimento mortal.

Se a contagem estiver exata, indica que mais de dez por cento da população do país assinou a petição a favor da emenda, que declara: “A vida na Colômbia é inviolável, e terá a mesma proteção desde a fertilização até a morte natural”.

Embora a Constituição já declare que o direito à vida é “inviolável”, o Tribunal Constitucional eliminou as penalidades criminais para os abortos propositados em casos de estupro e incesto em 2006, depois de anos de pressões vindas de órgãos da Organização das Nações Unidas e outros grupos pró-aborto. O governo começou então a ordenar que os hospitais os realizassem, e impôs pelo menos uma multa contra um hospital católico que recusou fazê-los.

Conforme uma recente reportagem de LifeSiteNews, a iniciativa teve apoio de membros de outros partidos políticos e numerosos líderes religiosos, que ajudaram na campanha de petição, inclusive católicos, protestantes, judeus e muçulmanos.

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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com



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Contracepção compulsória para meninas de 12 anos na África do Sul

Contracepção compulsória para meninas de 12 anos na África do Sul



JOHANNESBURG, África do Sul, 10 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — A ala juvenil do partido governante da África do Sul está propondo que o país faça “iniciação” na contracepção obrigatória para meninas a partir dos doze anos de idade como parte de uma campanha para reduzir as gravidezes entre as adolescentes, de acordo com reportagens do jornal City Press.

O “problema social permanente” da gravidez na adolescência “pede que o governo introduza uma campanha que combinará tanto a abstinência de relações sexuais quanto a iniciação compulsória na contracepção para todas as meninas adolescentes a partir da idade de doze”, diz um documento de debate sobre educação e saúde da Liga Juvenil do Congresso Nacional Africano em seu 24º congresso nacional em junho.

A proposta provavelmente envolverá contraceptivos hormonais tais como a pílula anticoncepcional, que permanece popular apesar de ser rotulada como provocadora de câncer pela Organização Mundial de Saúde. A pílula também está ligada, principalmente quando usada por meninas novas, à infertilidade bem como coágulos sanguíneos letais, ataques do coração e derrames cerebrais.

Contudo, de acordo com o City Press, Katharine Hall, a principal pesquisadora do Instituto Infantil da Universidade da Cidade do Cabo, diz que a proposta poderia violar a Lei das Crianças. Hall comentou que as meninas de 12 anos já têm acesso à contracepção sob essa Lei, e questionou a atitude de torná-la “obrigatória”.

“Essa atitude autoritária é uma bofetada que contraria a promoção de condutas sexuais seguras que não só reduzirão as gravidezes entre as adolescentes, mas também as infecções do HIV/AIDS”.

O documento de debate da Liga Juvenil pede mais acesso ao aborto, uma “expansão de serviços [de aborto] apropriados aos jovens”, e pede um debate sobre a legalização da prostituição.

O Congresso Nacional Africano vem governando a África do Sul desde que começou assumiu o poder em 1994 sob a liderança do ex-presidente Nelson Mandela. Em 1996, sob Mandela, o partido dele introduziu o aborto legal custeado pelo governo.

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terça-feira, 26 de julho de 2011

Mulher canadense com morte cerebral desperta depois que sua família se recusa a doar órgãos dela

Rebecca Millette
DROMMONDVILLE, Quebec, Canadá, 5 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Na semana passada, Madeleine Gauron, uma mulher de Quebec identificada como viável para doar órgãos depois que os médicos a diagnosticaram como “cerebralmente morta”, surpreendeu sua família e médicos quando se recuperou de um coma, abriu os olhos e começou a comer.
A mulher de 76 anos havia sido hospitalizada no Hospital Sainte Croix de Drummondville devido a uma inflamação das gengivas, que exigiu uma breve operação. Durante sua recuperação, a equipe do hospital deu à mulher idosa alimento sólido, que ela não havia tido condições de consumir no lar de sua família por algum tempo, e ficou sem atendimento. Sufocando-se na comida, ela caiu num coma, depois de uma tentativa sem êxito de ressuscitá-la.
A equipe médica fez contato com a família dela, explicando a eles que sua mãe havia tido uma “morte cerebral”, sem nenhuma esperança de recuperação. Citando os olhos de Gauron como particularmente viáveis, os médicos perguntaram se a família concordaria em doar órgãos.
Embora apoiassem a possibilidade de doação, sua família chocada primeiramente exigiu mais exames médicos para comprovar que Gauron estava realmente morta.
No dia seguinte, a família ficou perplexa ao ficar sabendo que Gauron havia despertado. Logo depois, ela se sentou na cama e comeu iogurte.
“Se tivéssemos decidido doar os órgãos dela, eles a teriam matado”, disse o filho dela.
“Não faz sentido nenhum tratar as pessoas assim. Embora tenha 76 anos e esteja doente, ela não tinha de sofrer tudo isso”, insistiu a filha dela.
Madeleine Gauron tem agora condições de comer, andar e conversar, e imediatamente reconheceu sua família. Seus filhos decidiram iniciar ação legal contra o hospital.
À medida que fatos curiosos semelhantes aos de Gauron continuam a se acumular, a “morte cerebral” como um diagnóstico legítimo de morte real está cada vez mais sendo questionada por preocupados membros de famílias e profissionais médicos, alguns dos quais acusam que o critério de “morte cerebral” foi criado simplesmente para garantir que órgãos colhidos sejam frescos.
Atualmente, mais da metade das enfermeiras das unidades de terapia intensiva na Suécia que cuidam de pacientes supostamente com morte cerebral têm dúvidas acerca dos métodos de se determinar a morte cerebral, de acordo com uma recente pesquisa de opinião pública divulgada pela Academia Sahlgrenskada Universidade de Gotemburgo.
Embora os regulamentos exijam que os médicos suecos apurem a morte cerebral por meio de exames clínicos determinados, maiores análises em conjunção com raios x cerebrais só são realizadas para pacientes selecionados.
A autora da tese, Anne Flodén, uma enfermeira diplomada e pesquisadora no Instituto de Ciências de Saúde e Cuidado, disse que o resultado do estudo é problemático, indicando a necessidade de normas claras envolvendo o processo de diagnóstico e doação de órgãos.
“Esse problema foi levantado por muitas enfermeiras de UTI em vários outros estudos”, disse Flodén. “Elas ficaram desapontados com a falta de estrutura e normas e estão pois pedindo mais apoio da administração sobre essas questões”.
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segunda-feira, 25 de julho de 2011

COMO MINHA ESPOSA SE TORNOU CALVINISTA

CALVINISTA POR CAUSA DA BÍBLIA: COMO MINHA ESPOSA SE TORNOU CALVINISTA



Resolvi contar isso no blog porque acho que será relevante, e de algum modo ajudará a outros que estão passando pelo que eu passei. Minha esposa(Raabe) e eu, crescemos em uma igreja pentecostal e arminiana, quando mudamos para a igreja congregacional não estávamos necessariamente em busca do calvinismo, além do mais eu era um arminiano convicto(se é que existe isso!) o que procurávamos era uma igreja histórica com um culto simples sem histeria ou exageros emocionais, mas encontrando o que procurávamos, logo fomos encontrados pela teologia reformada, isso estava presente nas músicas, nas pregações e principalmente na confissão de fé da igreja.

Procuramos o Pastor para pedir explicações, e saber se era possível congregar ali sem acreditar naquelas doutrinas.Depois daquele encontro com o Pastor comecei a leitura de alguns livros reformados e o resto eu já contei numa postagem anterior(ver o marcador "peregrinação pessoal") o fato, é que a partir daquele dia minha esposa declarou guerra ao calvinismo.

Perdi a conta de quantas vezes discutimos o assunto, e quantas vezes fui ao culto sozinho e angustiado.O episódio que mais marcou essa época e que me fez perder a fé de que algum dia ela se tornasse calvinista, foi quando visitamos uma igreja congregacional em uma cidade vizinha cujo Pastor se tornou meu amigo e que é um referencial na teologia reformada na nossa região, naquela noite ele pregou um sermão baseado em( Lc 19) cujo tema era "Zaqueu, o perfil de um eleito", quando saímos daquele culto eu ouvi uma frase da minha esposa que me deixou chocado "prefiro ir para o inferno do que servir a um Deus assim" a partir daquele dia resolvi não mais discutir aquele assunto com ela, pois percebi que isso estava afetando até o nosso relacionamento conjugal.

Comecei a orar "Senhor se quiseres tu podes abrir os seus olhos", apesar de não discutir esse assunto com ela em casa, eu nunca me acovardei de pregar todo o conselho de Deus na Igreja.Após a criação desse blog,(METANOIA E REFORMA) ela também resolveu criar um: (http://raabeumcaminhoaindamaisexelente.blogspot.com/)

Percebi que era uma espécie de resposta ao calvinismo,mas continuei orando...


Essa semana eu fui surpreendido pela alegria, ela me confessou que após um longo e sério exame das Escrituras estava crendo nas doutrinas da graça, pra mim foi como se o Senhor a tivesse convertido!, alguém já disse que começar a crer nas doutrinas da graça pode ser chamado de "segunda conversão",(se eu fosse pentecostal chamaria de segunda benção)
 
A minha alegria é que essa mudança dela não ocorreu pra me agradar, e foi uma mudança verdadeira pois a que perseguia, tal como Saulo, passou a ser perseguida, começou a pregar as doutrinas da graça justamente onde agia como ativista do arminianismo(na sua própria família) só tenho a agradecer a Deus pela sua graça e misericórdia, por ter nos dado o privilégio de sermos os seus arautos numa cidade dominada pelo humanismo evangélico.
 
SOLI DEO GLÓRIA!
 
Fonte: http://www.metanoiaereforma.org/2011/07/calvinista-por-causa-da-biblia-como.html
 
Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

domingo, 24 de julho de 2011

Governador do Texas Rick Perry sanciona lei eliminando financiamento público para abortos

Kathleen Gilbert
AUSTIN, EUA, 21 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Rick Perry, governador do Texas e potencial candidato do Partido Republicano para a eleição presidencial de 2012, sancionou uma lei eliminando todo financiamento público para a Federação de Planejamento Familiar no estado do Texas, tornando-o o maior estado a privar essa organização fornecedora de abortos de financiamentos provenientes do dinheiro dos cidadãos que pagam impostos.


Rick Perry, governador do Texas

Na quarta-feira, Perry sancionou a lei SB 7, que exclui os fornecedores de aborto e suas filiais do Programa de Saúde das Mulheres da Medicaid, e também coloca a Federação de Planejamento Familiar no fundo da lista de organizações qualificadas para receber financiamentos de planejamento familiar. No mês passado, os legisladores cortaram drasticamente o depósito estadual de tais fundos, de 100 milhões para acerca de 40 milhões de dólares.

A lei SB 7 também impede os distritos hospitalares de usar financiamentos de impostos locais para pagar abortos por escolha, e incentiva pesquisas de células-tronco adultas ao dar às autoridades de saúde a autoridade de regulamentar os bancos de células-tronco adultas.

“O Texas enfrenta desafios exclusivos no que se refere à prestação de serviços de saúde, e as políticas de Washington, as quais impõem uma coisa igual para todos os estados, não combinam com nossas necessidades”, disse Perry.

A assinatura de Perry coloca o Texas entre vários outros estados privando a Federação de Planejamento Familiar de financiamentos em seu orçamento estadual neste ano, inclusive Indiana, Kansas, New Jersey e Carolina do Norte.

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sábado, 23 de julho de 2011

Cosmovisão cega: escassez de mulheres e o aborto legal

Chuck Colson
18 de julho de 2011 (Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) — Semanas atrás, lhes disse que há um número de cerca de 160 milhões de mulheres asiáticas em falta, porque elas nunca nasceram.
Essas mulheres, vítimas de práticas de aborto por seleção sexual, são o assunto de um recente livro escrito por Mara Hvistendahl. Hvistendahl começa com o que Paul Ehrlich famosamente chamou de a “Bomba Populacional” e o movimento de controle populacional das décadas de 1960 e 1970. Os que queriam controlar a população descobriram que o desejo que as pessoas têm de ter um filho do sexo masculino era um grande impedimento para as iniciativas deles: Em todos os países em desenvolvimento, principalmente na Ásia, as mulheres continuavam tendo filhos até terem um menino.
Assim, conforme nos diz Hvistendahl, “os promotores do controle populacional começaram a falar sobre” seleção sexual. Ehrlich escreveu em seu livro The Population Bomb (A Bomba Populacional) que “se pudermos descobrir um método simples de garantir que os filhos primogênitos sejam do sexo masculino… então os problemas de controle populacional em muitas regiões estarão de certa forma atenuados”.
Pois bem, logo depois dinheiro, know-how e tecnologia do Ocidente providenciaram o “método simples” — amniocentese, vindo em seguida o aborto deliberado. Os médicos, primeiramente na Índia, e então em toda a Ásia, aprenderam como usar a combinação [de amniocentese e aborto] para garantir que as pessoas tivessem um filho do sexo masculino na primeira vez. E quem lhes ensinou tudo foram organizações como a Fundação Rockefeller e a Agência de Planejamento Familiar da ONU, o FNUAP.
As organizações de controle populacional insistiam em que a necessidade de frear o crescimento da população era tão grande que “os prejuízos de uma distorcida proporção sexual” teriam de ser tolerados. Cara, eles estavam errados. Lá por 2020 cerca de 20 por cento de todos os homens chineses “ficarão sem uma colega do sexo feminino”. E, conforme eu lhes disse, essa escassez de mulheres está estimulando um crescente comércio de prostituição na Ásia.
Considerando o que Hvistendahl chama de “resultados trágicos” da “promoção que o Ocidente fez das práticas de seleção sexual”, você esperaria que ela ficasse indignada, e ela está. Mas entenda isto: Ela está indignada com as pessoas que são a favor da vida! Porque essas pessoas ousam citar a pesquisa dela para fazer a conexão entre a escassez de mulheres na Ásia e a promoção dos “direitos de fazer aborto”.
Ela criticou Ross Douthat, colunista do jornal [esquerdista] New York Times, por apontar para o fato de que é difícil os apoiadores do aborto legal então insistirem em que o aborto não seja usado para seleção sexual. Ela lamenta a “situação difícil” em que se encontram agora a Federação Internacional de Planejamento Familiar e a Organização das Nações Unidas.
É difícil imaginar um exemplo mais claro do poder cegador de uma cosmovisão falsa. Tendo documentado o papel do aborto legal na eliminação de 160 milhões de mulheres, Hvistendahl fica ofendida quando as pessoas sugerem que o aborto legal pode não ser tal boa coisa, afinal.
Incrível, mas um exemplo clássico do impasse pós-moderno. Numa sociedade que adora a autonomia individual acima de tudo o mais, quando conseguimos o que queremos, descobrimos que não conseguimos viver sem isso.
Há anos tenho ensinado que é muito importante que adotemos uma cosmovisão que seja compatível com a realidade; que é importante que testemos a validade de toda cosmovisão. Empurre uma cosmovisão até suas conclusões lógicas, e se você não puder viver sem essas conclusões, veja bem, essa cosmovisão comprova ser racional.
Mas uma coisa é muito clara: os defensores do aborto e sociedades inteiras — e pelo menos 160 milhões de mulheres que deveriam estar vivas — não podem viver com as conclusões lógicas de uma cosmovisão que valoriza a escolha do aborto acima da vida humana. Portanto, tal cosmovisão comprova ser irracional ou falsa.
Publicado com a permissão de Breakpoint.org
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Ex-funcionária de clínica de aborto rompe silêncio e abre a boca para defender a vida


21 de julho de 2011 (LiveAction.org/Notícias Pró-Família) — Uma das armas mais poderosas no arsenal pró-vida é o testemunho autêntico daqueles que defenderam e ajudaram a fornecer abortos, e mais tarde viram a luz. Pessoas como o Dr. Bernard Nathanson, Carol Everett e Abby Johnson têm informações e discernimento que nos ajudarão a ganhar a guerra contra a indústria do aborto.


Jewels Green
Jewels Green, mãe de três filhos e natural da cidade de Allentown, na Pensilvânia, fez a corajosa decisão de finalmente abrir a boca para defender a vida. Em seu primeiro testemunho público, ela falou com Live Action acerca de sua experiência de passar pelo sofrimento do aborto como adolescente e mais tarde passar vários anos trabalhando numa clínica de aborto.

Este é o testemunho dela:

Meu primeiro bebê faria 22 anos nesta semana.

Eu era uma adolescente de 17 anos, usando drogas e tendo já abandonado a escola secundária, mas quando a senhora do exame me disse que eu estava grávida, já me via como uma nova mãe.

Todos queriam que eu fizesse aborto… menos eu.

Eu realmente parei de usar drogas, fui a uma biblioteca e fiz uma busca minuciosa de um livro chamado “Under 18 and Pregnant” (Com Menos de 18 anos e Grávida) e comecei a lê-lo para me preparar. Agendei meu primeiro exame de saúde pré-natal. Meu namorado estava implacável. Estou deliberadamente omitindo os detalhes da violência, tanto real quanto ameaçada, mas finalmente cedi diante da insistência do meu namorado para não ter nosso bebê.

Em 4 de janeiro de 1989, ele me levou para a clínica de aborto, mas eu literalmente perdi toda esperança de salvar meu bebê.

Dois dias mais tarde, em 6 de janeiro de 1989, com 9 semanas e meia de gestação, fiz um aborto. Quase me matou. Não, não o procedimento cirúrgico, mas as consequências psicológicas. Tentei o suicídio três vezes depois do meu aborto e finalmente acabei numa repartição psiquiátrica para adolescentes num hospital comunitário durante um mês para me recuperar.

Fui pressionada a ter um aborto e achei que me tornando conselheira numa clínica de aborto, eu poderia ajudar outras mulheres como eu a realmente desabafarem seus sentimentos sobre a questão, verdadeiramente investigar suas opções e ajudá-las a fazerem decisões honestas e informadas — ou ajudá-las a deixar uma situação abusiva.

Trabalhei numa clínica de aborto durante cinco anos (desde a idade dos 18 até os 23) — não na mesma clínica onde fiz meu aborto. Comecei atendendo telefone, depois na recepção fazendo a inscrição das pacientes e aceitando pagamentos, então aprendi auxílio médico e ajudei no laboratório, pegava sinais vitais na sala de recuperação e lavava equipamentos na área de desinfecção. (Falarei mais disso depois.) Então, depois de dois anos trabalhando na clínica e começando a fazer faculdade como estudante de psicologia, fui treinada como conselheira.

A experiência de “aconselhamento” não era o que eu esperava. Praticamente todas as mulheres grávidas que chegavam à clínica para receberem “aconselhamentos de opções” já tinham feito sua decisão, mas apenas queriam examinar a clínica e ter respostas para suas perguntas e talvez obter alívio para seus temores. E a maioria das mulheres que chegavam sentia que não tinham nenhuma outra escolha. Poucas estavam realmente ambivalentes.

É nesse ponto que o movimento pró-aborto e as clínicas de aborto falham. Com certeza, tínhamos uma agendinha com os nomes e números de duas agências locais de adoção, mas nunca havíamos recebido treinamento ou instrução de como o processo de adoção funciona, de modo que pudéssemos explicar para as mulheres. Tínhamos o número de telefone da filial local da [agência federal de assistência às mães e seu bebês] WIC, assistência pública, etc., mas de novo, não sabíamos nada acerca do processo se uma mulher chegasse a perguntar sobre detalhes. Se uma mulher grávida quisesse saber mais sobre essas outras escolhas, o melhor que a “conselheira de opções” poderia oferecer era uma nota de recado com um número de telefone apressadamente rabiscado nele.

Durante meu tempo na clínica, eu era uma apoiadora ferrenha do direito de abortar, enquanto o tempo inteiro eu sabia no meu coração que o que eu estava fazendo era errado, que eu sentia falta do meu bebê e que eu desejava que as coisas pudessem ser diferentes para mim. Em retrospecto, posso ver que ao me cercar de pessoas que criam que era certo abortar bebês, eu estava esperando que algum dia eu ficaria em paz com o fato de que eu havia abortado meu bebê. Isso nunca aconteceu.

Participei duas vezes em Washington, D.C. da marcha a favor do direito de abortar. Fiz pressões políticas em Harrisburg (a capital da Pensilvânia). Eu havia me unido a David Gunn, Jr. para fazer pressões políticas no Congresso em favor de sanções mais fortes contra os ativistas antiaborto que incomodam mulheres grávidas, jogam bombas em clínicas de aborto, intimidam funcionários de clínicas e matam médicos (como o pai de David, o Dr. David Gunn, que foi morto por um “ativista” antiaborto) — mas mesmo então nunca concordei com gritos de guerra tais como “Aborto legalizado e sem apologia!” que se entoavam em tais reuniões. Era — e é — muito mais complicado do que isso.

Depois de me formar na faculdade com um diploma em psicologia, deixei meu emprego na clínica para trabalhar no turno da noite atendendo uma linha telefônica especial para adolescentes em crise durante um ano antes de me mudar para a cidade de Nova Iorque para estudar pós-graduação. Depois de obter mestrado em psicologia, mudei de volta para minha cidade natal e trabalhei em tempo parcial na clínica durante boa parte de minha próxima gravidez.

Lembro-me de que numa manhã de sábado (um dia importante para operações, quando mais de 20 abortos estavam agendados e pelo menos doze manifestantes estavam do lado de fora, em pé ao longo do longo acesso de entrada que levava ao estacionamento da clínica) quando eu estava com cerca de seis meses de gravidez, muito visível — uma gravidez muito mais avançada do que o limite de aborto de gravidezes de 16 semanas que a clínica permitia — quando uma manifestante gritou para mim: “Seu bebê ama você!”

Sorri para mim mesma. Quando entrei e comecei a ajudar a enfermeira a arrumar a sala de recuperação, eu contei a ela sobre isso, e ela ficou indignada e horrorizada. Mesmo então — como uma funcionária ativa na clínica — dizer a uma mulher grávida que seu bebê a ama não parecia como uma coisa desagradável de se dizer, ou mesmo de se gritar, para uma mulher obviamente grávida.

Contudo, minha identificação pessoal como pró-vida só ocorreu muitos anos mais tarde. Depois de finalmente me perdoar pelo aborto do meu primeiro bebê, tive condições de ver o mundo de modo diferente. Depois de dois casamentos fracassados, pude finalmente fazer um compromisso e meu marido e eu estamos casados há onze anos. Depois de dar a luz três meninos do sexo masculino e sentir a vida crescer dentro de mim e conhecendo o ardoroso e impressionante amor que uma mãe pode sentir por um filho, pude finalmente reconhecer que, sim, a vida começa na concepção.

Mas só foi quando por acaso assisti aos vídeos de YouTube de Abby Johnson e então li o livro dela, Unplanned (Não planejado), que pude dizer alto que eu sou pró-vida. Foi a história estupenda de Abby, e seu testemunho corajoso e honesto, que me ajudaram a me juntar publicamente às fileiras do movimento pró-vida.

E embora agora me considere pró-vida, eu simplesmente não consigo agir de acordo com os extremistas dentro das fileiras do movimento que muitas vezes agem sem serem repreendidos por muitos da liderança com voz ativa na postura pró-vida. Eu estava na recepção quando a clínica foi invadida em 22 de julho de 1992, que mais tarde apelidamos de “A Quarta-Feira do Inferno”. Seis pessoas invadiram a sala de espera com um grande instrumento de metal com múltiplos tubos ligados que todos presumimos era uma bomba, até que eles deslizaram os braços dentro do instrumento e começaram a cantar. Eles estavam na sala de espera “grudados” a essa coisa durante sete horas enquanto a polícia local e estadual e agentes do FBI tentavam negociar com eles e tirar deles o instrumento. Eles fizeram xixi no carpete. As funções diárias da clínica continuaram em outras partes do prédio.

Como resultado dessa invasão, nenhuma mulher mudou de ideia.

Eu estava trabalhando na recepção no dia em que duas clínicas de aborto da cidade de Boston foram atacadas por um pistoleiro antiaborto armado que feriu cinco pessoas e matou duas. O pistoleiro ficou foragido por muitas horas antes de ser preso. Boston está a cinco horas de onde eu trabalhava, e eu permaneci na recepção. (Meu tio, um sargento da polícia, insistiu em que eu vestisse um colete a prova de balas para trabalhar durante uma semana inteira depois desse acontecimento, e vesti.) Uma das ex-diretoras da clínica para quem eu trabalhava teve sua casa arrombada duas vezes, outra diretora rotineiramente vê manifestantes com piquetes em sua casa e teve a experiência de ser seguida do trabalho para casa por veículos estranhos em várias ocasiões. Tem de haver melhores maneiras de avançar a causa da vida.

Falando nisso: o aborto termina uma vida. Ponto final. Isso não está em questão, nem deveria estar. Essa é uma verdade fundamental. Trabalhei na sala de desinfecção onde os “produtos da concepção” (como tantos defensores do aborto — e conselheiros de clínicas de aborto — chamam o feto e a placenta) eram rearrumados e contados para garantir que “havíamos pegado todos os pedaços”. No caso dos abortos feitos no início de gravidez, isso significava fazer flutuar o conteúdo do jarro em água para visualizar a vilosidade coriônica. No caso de abortos feitos em gravidezes de 8 semanas e meia a 12 semanas, isso significava contar mãos e pés, certificando-se de que a espinha dorsal, as costelas e o crânio estavam presentes, onde você tem uma ideia do que era feito. No caso de abortos em que o tempo de gestação do feto estava em questão, especialmente se havia uma chance de surpresa, significando uma gravidez abortada além do limite legal da clínica de 14 semanas de UPM (a partir do último período menstrual), os pés eram medidos para se apurar a exata idade da gestação.

Trabalhar na sala da desinfecção nunca era fácil. Eu via meu filho perdido em todos os jarros contendo partes de bebês abortados. Certa noite depois de trabalhar na sala de desinfecção, meus pesadelos sobre bebês mortos eram tão horríveis, nojentos e intensos que tive uma reunião com a diretora da clínica para conversar sobre meus sentimentos.

Ela foi muito compreensiva, aberta e honesta, e dolorosamente franca quando me disse: “O que fazemos aqui é acabar com a vida. Pura e simplesmente. Não há como negar esse fato. Para trabalhar aqui, você precisa aceitar essa realidade”. Depois de alguns dias de revezamento na sala de desinfecção, senti que já estava acostumada com aquilo e, Deus me ajude, voltei.

Quando eu estava no quarto ano de trabalho na clínica eles receberam permissão para fazer abortos até 16 semanas de UPM, uma mulher deixou e duas funcionárias — inclusive eu — se recusaram a trabalhar nos casos de gravidez avançada. Minha chefa foi compreensiva e me agendou para trabalhar com pacientes ginecológicas não grávidas naqueles dias.

Para mim mesma, sei em meu coração que eu nunca destruiria uma gravidez — NUNCA — nem nunca trabalharia numa clínica de aborto de novo. Se alguém que amo estivesse enfrentando uma gravidez não planejada, eu faria tudo o que pudesse para ajudá-la a achar um jeito de permanecer grávida e dar uma chance a esse bebê — quer se tornando mãe ou oferecendo o bebê para adoção.

Há um número muito grande de vidas inocentes sendo exterminadas em nosso país antes de terem a oportunidade de dar seu primeiro fôlego, e como nação deveríamos agir melhor. Precisamos agir melhor. Precisamos fornecer reais recursos para mães grávidas que estão enfrentando uma gravidez não planejada. As mulheres e os bebês de nosso país merecem coisas melhores. Afinal, às vezes as melhores coisas na vida não são planejadas.

Para o meu bebê que nunca nasceu: feliz dia de aniversário que você nunca teve. Sinto falta de você todos os dias. Com amor e lágrimas, mamãe.

Publicado com a permissão de Live Action blog

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terça-feira, 19 de julho de 2011

EXEMPLO DE MULHER: Bachmann se compromete a lutar contra a pornografia, aborto, divórcio e “casamento” de mesmo sexo

Bachmann se compromete a lutar contra a pornografia, aborto, divórcio e “casamento” de mesmo sexo


DES MOINES, Iowa, EUA, 8 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Michele Bachmann, candidata presidencial pelo Partido Republicano, assinou um documento de compromisso pró-família de que se ela se tornar presidente, ela defenderá o direito à vida, a dignidade do casamento e se oporá “a todas as formas de pornografia e prostituição”.

Michele Bachmann, candidata republicana à presidência dos EUA
Em sua reportagem, o jornal Des Moines Register diz que Bachmann, uma deputada federal republicana de Minnesota na Câmara dos Deputados dos EUA, é a primeira a assinar o documento “The Marriage Vow – A Declaration of Dependence upon Marriage and Family” (O Voto do Casamento — Uma Declaração de Dependência no Casamento e Família), lançado por Family Leader, uma organização conservadora social com sede em Iowa.

Bachmann é a presidente do Comitê do Tea Party na Câmara dos Deputados, e tem um histórico forte de defesa de políticas públicas conservadoras sociais e fiscais, principalmente contra o aborto.

Bob Vander Plaats, ex-candidato republicano a governador, disse aos jornalistas no palácio do governo de Iowa que sua organização queria que aqueles que estarão disputando para serem os futuros líderes dos Estados Unidos “fizessem o juramento de assumir fidelidade pessoal ao próprio cônjuge e um respeito pelos laços conjugais dos outros”.

Bachmann assinou o documento de compromisso na quinta-feira. Outros candidatos republicanos ainda não fizeram uma decisão de assinar o documento. Alice Stewart, porta-voz de Bachmann, disse ao jornal Register que a deputada de Minnesota não hesitou porque, “Ela está casada há mais de 30 anos e tem um forte casamento e fé”.

O documento de compromisso admite que a instituição do casamento nos Estados Unidos “está em grande crise”.

“Permanente fidelidade conjugal entre um homem e uma mulher protege crianças inocentes, mulheres vulneráveis, os direitos dos pais, a estabilidade das famílias e as liberdades de todos os cidadãos americanos sob nossa forma republicana de governo”, declara o preâmbulo.

“Nossa sociedade excepcional e livre não pode simplesmente permanecer sem a transmissão de virtude pessoal, de uma geração à próxima, por meio de famílias nucleares que geram crianças, composta de maridos e esposas sexualmente fiéis e pais e mães”.

O documento comenta que cerca de “um milhão de crianças americanas sofre com divórcios a cada ano” e o custo para os contribuintes do imposto de renda devido à desintegração da família excede 112 bilhões de dólares por ano, principalmente quando todos os custos para o sistema judicial são reconhecidos”.

O documento de compromisso assinado por Bachmann declara que “em qualquer cargo eleito ou nomeado pelo qual eu possa ter a honra de servir meus compatriotas nos Estados Unidos, eu, o signatário, por meio deste documento solenemente me comprometo a honrar e valorizar, defender e sustentar a Instituição do Casamento como somente entre um homem e uma mulher”.

O candidato então diz que faz o compromisso de “[ter] fidelidade pessoal ao meu cônjuge”, “fidelidade oficial à Constituição dos EUA”, nomear juízes constitucionalistas estritos, defender o casamento como a união entre um homem e uma mulher, apoiar políticas públicas que se oponham ao “divórcio rápido”, fornecer “genuína defesa legal à Lei de Defesa do Casamento (LDC)”, e a “proteção humana” de mulheres e crianças “do tráfico humano, escravidão sexual, sedução para a promiscuidade, e todas as formas de pornografia e prostituição, infanticídio, aborto e outros tipos de coerção ou inocência roubada”.

O documento de compromisso também faz com que o candidato se comprometa a proteger as mulheres nas forças armadas, impedindo-as de ter papéis nas frentes de combate, e eliminando as políticas que criam situações que possam promover infidelidade conjugal.

O documento também especifica que o candidato deve agir em favor das famílias e futuras gerações e reduzir “a dívida pública de 14,3 trilhões de dólares do governo federal, seus 77 trilhões de dólares em endividamentos não financiados, seu 1,5 trilhão em déficit federal e seus 3,5 trilhões de dólares em orçamento federal”. O candidato deve também trabalhar por “imediata reforma” das leis que desestimulam o casamento, principalmente em “políticas públicas assistencialistas, políticas de impostos e as leis de casamento e divórcio”.

O documento de compromisso do Family Leader pode ser lido na integra em inglês aqui.

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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com



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