terça-feira, 31 de maio de 2011

EXCLUSIVO: Mãe do bebê abortado de Steve Tyler rompe silencio de três décadas. Ela é agora pró-vida

EXCLUSIVO: Mãe do bebê abortado de Steve Tyler rompe silencio de três décadas. Ela é agora pró-vida



21 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Quando Julia Holcomb tinha 16 anos de idade, uma amiga arquitetou um encontro dela com Steve Tyler, o vocalista da banda de vendagem multi-platina Aerosmith, e agora co-apresentador do programa de TV American Idol.

Julia Holcomb e Steve Tyler
A artimanha de Julia funcionou muito melhor do que ela poderia imaginar. Ela e Tyler se encontraram nos bastidores depois de um show da Aerosmith, e o que ocorreu em seguida foi um relacionamento apaixonado e alimentado por drogas que durou três anos e quase culminou em casamento, muito embora Julia fosse dez anos mais jovem do que a estrela do rock. Mas o caso sexual acabou saindo do controle e terminou de forma explosiva depois que Julia foi pressionada a abortar o filho em gestação de Tyler.

Até hoje os poucos detalhes conhecidos do relacionamento vieram de Tyler e seus colegas da banda, conforme constam nas memórias da banda, Walk This Way (Ande por Este Caminho), ou a recente autobiografia de Tyler, Does the Noise in my Head Bother You? (O Barulho em Minha Cabeça Incomoda Você?).

Por sua parte, Julia sistematicamente manteve um silêncio que durou várias décadas, deixando muitos ficarem pensando no que é que havia sido dela. A última menção pública sobre o destino dela parece ter vindo das subsequentes namoradas de Tyler, que falaram de “telefonemas suicidas” de Julia para Tyler enquanto ele estava em turnê. Mas agora ela rompeu seu silêncio, numa breve memória de 5 mil palavras publicada por LifeSiteNews.com em cooperação com os Ministérios Vinha de Raquel, um ministério de cura pós-aborto.

A história de Julia ora é estupenda ora é inquietante — mas, para ela pelo menos, teve um final feliz. Inacreditavelmente, desde a adolescente confusa que em outros tempos passou três anos vivendo com uma estrela do rock, Julia desde então se tornou católica e mãe feliz de sete filhos — e é intensamente pró-vida.

Mas a jornada dos anos escuros do fim de sua adolescência ao presente é uma jornada da qual ela diz que quase não sobreviveu.

“Perdi-me na cultura do rock and roll”, narra ela. “No mundo de Steven era sexo, drogas e rock and roll… Eu não conhecia isso então, mas quase não saí viva disso”.

Julia, que está publicando sua memória sob seu nome de solteira para proteger a privacidade de sua família, explica que escolheu contar sua história depois que seu relacionamento com Tyler recebeu renovada atenção por meio de um artigo no National Review de autoria de Kevin Burke discutindo seu aborto, bem como a autobiografia recentemente publicada de Tyler.

“Decidi que era hora de contar minha história com honestidade, conforme eu pudesse melhor me lembrar, esperando trazer um ponto final e paz para esse período da minha vida”, escreve ela. Ela diz que está procurando não somente corrigir o que ela chama de “exageros grosseiros” nos relatos de Tyler acerca de suas escapadas sexuais, mas também espera que seu relato sobre seu aborto, e o sofrimento que veio mais tarde, ajude as mulheres que fizeram aborto a encontrarem cura e paz.

(Clique aqui para ler a memória completa de Julia Holcomb, The Light of the World)

Jovem e confusa


O assunto do aborto surge mais de uma vez na história de Julia: ela mesma quase que foi abortada.

Sua mãe descobriu que estava grávida de Julia no meio de um volátil casamento com um homem instável, mulherengo e viciado em jogatina, o qual abandonou seus filhos quando eram bebês. Os membros da família a incentivaram a realizar um aborto — que naquela época era ilegal.

“Felizmente, ela deu a luz a mim e mais tarde a meu irmão mais novo, e foi uma mãe amorosa”, diz Julia.

Um padrasto alcoólatra seguiu o pai viciado em jogatina. E então sobreveio uma tragédia quando um acidente de carro matou o irmão mais novo de Julia e seu avô, e feriu Julia, sua irmã e sua avó — um acontecimento que acabou deixando seu padrasto por um período numa instituição mental, e precipitou um divórcio.

Enquanto que antes do divórcio a mãe de Julia levava os filhos regularmente à igreja e orava com eles, depois do divórcio ela parecia “ferida e desiludida com a vida”, diz Julia. Ela se amigou com outro homem, o segundo padrasto de Julia, com quem ela inicialmente não se dava bem.

Sentindo-se sem ambiente em casa, a adolescente Julia, com 15 anos, se afastou de sua família, fazendo novos amigos.

Conhecendo Steve Tyler, e engravidando


Um desses novos amigos era uma mulher de 24 anos que tinha livre acesso aos bastidores dos concertos de rock. Julia descreveu essa amizade como “fundamental” e “uma das amizades mais perigosas que já tive”.

Essa nova amiga “rapidamente me ensinou a me vestir com roupas que expunham meu corpo a fim de que eu fosse notada e usar o sexo como isca para apanhar uma estrela de rock”. Evidentemente Julia aprendeu muito bem, pois ela apanhou Tyler — que engoliu isca, anzol e vara.

“Caí duro. Caí pesado. E me apaixonei muito”. É desse jeito que Tyler descreve o que ocorreu depois que ele conheceu Julia, em sua autobiografia.

Tyler ficou tão impressionado com sua beldade de 16 anos que começou a considerar se casar com ela, e até convenceu a mãe de Julia a lhe conceder direito de tutela sobre ela, de modo que ele pudesse levá-la com ele a outros estados.

Depois de alguns meses juntos, Tyler confidenciou para Julia que ele queria um filho. “Fiquei tão tocada com sua sinceridade que eu disse sim”, escreve ela. “Eu queria filhos, e comecei a acreditar que ele deveria realmente estar me amando já que ele havia se tornado meu guardião e estava me pedindo para ter filhos comigo”.

Tyler jogou as pílulas anticoncepcionais de Julia da sacada de seu quarto de hotel, e dentro de um ano ela estava grávida.

O incêndio e o aborto


Mas as coisas começaram a se deteriorar depois que Tyler anunciou para os pais sua intenção de casar com Julia. Depois que os pais e a avó dele expressaram reservas, devido ao fato de que Julia era muito nova, o casal teve uma discussão feroz, e Tyler mudou de ideia.

Dentro de semanas ele estava de novo fazendo turnê, enquanto ela ficava no apartamento dele “sozinha e grávida… sem nenhum dinheiro, sem diploma, sem assistência pré-natal, sem carteira de motorista e pouca comida”. Foi mais ou menos nessa época que, de acordo com as reportagens, Tyler se amigou com Bebe Buell, modelo da revista Playboy.

Então ocorreu o incêndio.

Certo dia, diz Julia, enquanto estava de turnê Tyler enviou um velho amigo de colégio e ex-colega de banda para seu apartamento para levar Julia para fazer compras. Ela diz que tudo o que se lembra é de acordar em meio a uma densa nuvem de fumaça. O apartamento estava pegando fogo.

Julia quase que não escapou viva, em circunstâncias quase que miraculosas. Depois de ver que não dava para passar por nenhuma das saídas, Julia de repente recordou um conselho de segurança contra incêndio de um comercial de Bill Cosby, e se arrastou no chão até uma lareira que não estava em uso, e entrou nela. É nessa lareira que ela mantinha pendurado um quadro de Jesus herdado de sua avó. Tyler mais tarde devolveu esse quadro para Julia, dizendo-lhe que era a única coisa no apartamento que havia sobrevivido ao fogo.

Julia foi resgatada do apartamento em chamas por bombeiros, e acabou no hospital com um problema grave de inalação de fumaça. Tyler disse que ela quase não sobreviveu. Mas ela se recuperou, e seu bebê em gestação também.

É nesse ponto que começaram as pressões.

De acordo com Julia, Tyler entrou no quarto de hospital dela e lhe disse que ela precisava de um aborto “por causa dos danos da fumaça em meus pulmões e a falta de oxigênio que eu havia sofrido”. Mas Julia disse ‘não’, repetidamente. Ela queria o bebê. Além disso, ela já estava com cinco meses de gravidez.

Nesse ponto, Tyler abrandou e lhe disse que ela podia voltar para sua mãe e ter o bebê. Mas Julia diz que estava preocupada que sua família não quereria que ela tivesse o bebê também. Sem dinheiro e sem expectativa de que Tyler a ajudaria a cuidar dela e do bebê, ela cedeu aos desejos dele.

Julia descreve o aborto como “um horrível pesadelo que nunca esquecerei”. Tyler estava com ela durante todo o procedimento do aborto, mas estava usando cocaína o tempo inteiro, e portanto parecia “emocionalmente longe”, diz ela.

Contudo, ela ficaria sabendo que Tyler não estava tão longe quanto podia estar parecendo.

No livro Walk this Way, ele se lembrou do evento traumático: “Fomos ao médico, onde enfiaram uma agulha na barriga dela, e injetaram o conteúdo na barriga dela, enquanto eu estava lá assistindo. E o bebê saiu morto. Senti-me devastado. Na minha mente, eu estava dizendo: ‘Jesus, o que foi que eu fiz?’” Contudo, Julia escreve que Tyler lhe disse depois do aborto que, em vez de sair morto, o bebê realmente nasceu vivo, e então o deixaram morrer.

“Meu bebê tinha apenas uma pessoa na vida para defendê-lo: eu. E eu cedi às pressões por temor de rejeição e do futuro desconhecido”, diz Julia. “Eu queria poder voltar e ter de novo a chance de dizer ‘não’ ao aborto uma última vez. Eu queria com todo o coração poder ter assistido a esse bebê viver sua vida crescendo e se tornando um homem”.

Uma nova vida


Depois do aborto, “nada foi o mesmo” entre Julia e Tyler. Ela acabou se mudando para viver de novo com sua mãe, porém com depressão. Ela diz que não conseguia dormir sem ter pesadelos do aborto e do incêndio.

Mas ela logo veio a compreender que seu segundo padrasto, de quem ela não gostava, estava tentando ser um bom marido e pai, e veio a respeitá-lo. Julia começou a ir à igreja com eles — a Igreja Metodista Unida da localidade — e começou a participar dos eventos de jovens na igreja.

Ela logo entrou na faculdade, e foi ali que ela conheceu seu futuro marido, Joseph.

“Hoje”, escreve ela, “sou católica pró-vida, mãe de sete filhos, e neste ano meu marido e eu celebraremos nosso aniversário de 30 anos de casamento. Joseph e eu temos seis filhos nossos, e dou graças por cada um deles, pois eles são verdadeiramente presentes de Deus”. O casal é também guardião legal de uma menininha, que nasceu de uma difícil gravidez, mas cuja mãe decidiu escolher vida.

Julia descreve seu marido como “meu verdadeiro herói”. “Ele tem sido um marido amoroso, um pai generoso e um homem que trabalha muito para prover as necessidades de nossa família. Meu marido me ama e me perdoou do coração e não deixou que meu passado definisse o modo como ele compreende quem sou como pessoa”.

Julia e seu marido se converteram à fé católica em 1992.

O aborto nunca é a resposta


Julia diz que não guarda rancor de Tyler. “Oro por sua sincera conversão de coração e espero que ele venha a conhecer a graça de Deus”.

Na maior parte, porém, ela diz que só quer que as pessoas saibam que o aborto nunca é a resposta.

“Alguém poderá dizer que o aborto que fiz foi justificado por causa da minha idade, as drogas e o incêndio”, diz ela. “Não creio que nada possa justificar tirar a vida do meu bebê. O ato é errado. Oro para que nossa nação mude suas leis de modo que a vida dos inocentes bebês em gestação seja protegida”.

Ela conclui com essas poderosas palavras: “As jovens da nossa nação, especialmente as que são como eu, que passaram pela experiência do trauma e abuso, e são vulneráveis ao oportunismo, não deveriam ser usadas como brinquedos sexuais, marcadas por cicatrizes de abortos para livrar seus parceiros de responsabilidades financeiras, e então como seus filhos em gestação, descartadas como objetos indesejados. O casamento e a família são o elemento fundamental de todas as sociedades virtuosas. Aprendi essa lição num teste de fogo que me ensinou a confiar no plano de Deus não importa o que ocorra. Oro para que nossa nação consiga voltar para Deus respeitando a vida das crianças em gestação e fortalecendo a santidade do casamento”.

(Clique aqui para ler a memória completa de Julia Holcomb, The Light of the World)

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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com



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Mãe inglesa com gravidez de risco de vida recusa conselho médico para fazer aborto

Mãe inglesa com gravidez de risco de vida recusa conselho médico para fazer aborto



Inglaterra, 4 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Quando Donna Hewetson descobriu que estava grávida em 2008, ela ficou muito emocionada.

Donna Hewetson, filha e marido
Donna e seu companheiro, que hoje é seu marido, vinham tentando durante meses ter uma gravidez, e haviam sofrido um difícil caso de aborto espontâneo apenas dois meses antes.

Mas as coisas começaram a sair errado quando ela estava com 12 semanas de gravidez. “Fui internada num hospital com dores insuportáveis do meu lado esquerdo”, narra Donna, de acordo com o jornal Lichfield Mercury. “Os médicos não conseguiam entender o que era, mas sabiam que não tinha relação com a gravidez”.

Depois de alguns exames os médicos descobriram que Donna tinha um rim rompido, e foram forçados a realizar uma cirurgia de emergência para remover o órgão afetado.

“Acordei no dia seguinte na unidade de tratamento intensivo e não sabia o que havia ocorrido”, disse Donna.

“Era muito assustador, mas eu só queria saber se meu bebê estava bem e o motivo por que eu estava com uma cicatriz tão grande em meu estômago”.

Mas mesmo isso foi apenas o começo das aflições de Donna. Logo depois da operação um de seus pulmões falhou, e então, depois que esse pulmão foi tratado, o outro falhou também.

No final, a jovem mãe foi diagnosticada com duas doenças extremamente raras: Limfangioleiomiomatose (LAM), uma enfermidade que afeta os pulmões, e esclerose tuberosa, que leva ao crescimento de tumores nos órgãos vitais do paciente.

De acordo com o jornal The Mirror, os médicos disseram para Donna que sem uma operação de aborto, ela poderia morrer como consequência da gravidez — mas Donna não queria ouvir nada disso.

“Sempre sonhei em me tornar mãe e quando finalmente engravidei, de forma alguma eu iria desistir do meu bebê. Foram dias realmente horripilantes”, recorda ela. “Ambos sabíamos que quanto mais avançava a gravidez, mais tumores estavam crescendo dentro de mim — mas meu instinto de mãe era forte demais até mesmo para cogitar acabar com minha gravidez”.

Enquanto a gravidez ia progredindo, Donna estava sob cuidadosa supervisão, devido aos crescentes tumores em seu rim remanescente que poderiam levar esse órgão a sofrer hemorragia também. No fim, com 28 semanas de gravidez, os médicos decidiram realizar parto por operação cesariana.

Nasceu a saudável menina Lily, pesando apenas 1k e 130g. Lily tem hoje quase dois anos, e está indo bem.

Quando a Donna, ela está recebendo um tratamento experimental para LAM, mas o prognóstico de longo prazo é incerto.

“O que é mais preocupante é que não sabemos o que o futuro reserva”, diz Donna.

“Pode ser que eu esteja bem hoje, mas temo chegar ao ponto em que precisarei de um transplante de pulmões”.

Contudo, Donna elogiou seu marido e sua família por ajudarem-na a atravessar período tão difícil da vida dela.

“Minha família e Matt em particular têm sido incríveis em toda essa situação. Eu não poderia ter um companheiro que desse mais carinho e apoio”.

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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com



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terça-feira, 24 de maio de 2011

MULHER - A MAIS BELA DAS CRIAÇÕES


"Ecriou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher oscriou" (Gênesis 1:27).

Senti-me feliz e agradeci a Deus ao ler as palavras do Pastor Gary Haynes sobrea mulher, no prefácio da Bíblia de Estudo da Mulher (Trinitariana - Fiel). Eledisse: "Quando Deus criou a mulher, fez um ser tão especial e único,sem comparação em toda a natureza. Não consigo imaginar como o Universo seriachato e sem sabor se Deus tivesse parado a criação depois de fazer Adão. Amulher traz tantos dons e habilidades ao mundo, que suas contribuições àsociedade, em todas as áreas, desde o campo profissional até a família e o lar,são profundamente marcantes e singulares. A Terra não seria a mesma sem essapessoa tão incrível!"

Vejam como é bom ser esta mulher que é amada por Deus, querida de Deus, que é oreflexo da Sua glória e que é amada também por seu marido e por seus filhos quea chamam de "bem aventurada" (Provérbios 31:28).

Uma vida inteira ainda é muito pouco para agradecer a Deus pelas tantas coisasque Ele faz por mim. Mas citarei apenas três, dentre tantas...

1- Agradeço a Deus por Ele ter-me feito à Sua imagem e semelhança.

*Deus é criativo e me fez uma mulher criativa;
*Deus é inteligente e me fez uma mulher inteligente;
*Deus é racional e me fez uma mulher racional.

Eu, então, fui criada por um Deus perfeito e, por ser mulher, faço parte daposição de Eva como "a mais bela das criações".

Obrigada, Senhor, por ter-me criado à Sua imagem e semelhança (Gênesis 1:26),por ter-me feito de modo assombrosamente maravilhoso (Salmo 139:14), por ter-mecriado para ser a glória do meu marido (1 Coríntios 11:7), e por me amar eter-me escolhido para ser Tua filha (João 1:12) ... Amém!

2- Agradeço a Deus por ser o reflexo da Sua glória.

Se sou o reflexo da glória de Deus, isto significa que eu reflito a Sua imagem.Que responsabilidade! Que privilégio!

Como filha de Deus, que reflete a Sua imagem, tenho que ter cuidado, tenho queme vigiar e me esforçar para ser obediente a tudo quanto Ele manda na SuaPalavra. O mundo que não conhece o nosso Salvador pode querer conhecer esteDeus que eu aceitei e que sirvo se o meu testemunho, realmente, refletir a Suaglória.

Sei que não é fácil refletir esta glória mas sei também que se eu procurar terum relacionamento mais profundo e mais íntimo com o Senhor, Ele estará bemjunto a mim, caminhando lado a lado e me ajudando a mostrar ao mundo que o Deusbom e perfeito é o Deus que eu reflito através da minha vida, do meutestemunho.

"Senhor, obrigada pelo privilégio e pela responsabilidade que colocaste emminhas mãos de ser uma mulher que reflete a Tua glória. Sei que a meus olhos,esta é uma missão difícil mas sei também que Tu, meu Pai, me capacitarás aandar do modo que não Te envergonhe, do modo que todos que estão ao meu redorpossam também Te amar e aceitar o Teu Filho Jesus como Salvador de suas vidas.Amém!

3- Agradeço a Deus por ter sido criada para viver em comunhão com Ele.

Viver em comunhão com o Senhor é um bálsamo para a minha alma. Para mim, é umprivilégio poder chegar até o trono de Deus e poder abrir meu coração ematitude de louvor, adoração e reconhecimento por Seu tão grande amor por mim.

O Evangelhos de Lucas, capítulo 23 e versículos 44-45, me diz que "... eraquase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até à hora nona,escurecendo-se o sol; E rasgou-se ao meio o véu do templo." Esteacontecimento ocorreu quando Jesus morreu na cruz do Calvário para nos dar avida eterna e nos presentear, quando o véu foi rasgado, com o verdadeiro caminho (Jesus) que nos leva até o trono de Deus, antes permitido, somente, aosumo- sacerdote.

Agora, a qualquer momento, posso falar com Deus e ter comunhão com Ele. Existepresente mais precioso do que este? Existe milagre maior do que este? Eu, umapecadora, poder chegar até o trono de Deus Pai e derramar diante dEle todos osmeus problemas, preocupações, agradecimentos ... E Ele me ouvir, me perdoar, meajudar, me amar apesar dos meus muitos pecados e dos meus muitos defeitos.

Com o pecado de Adão e Eva a comunhão que havia com Deus no Jardim do Éden foiquebrada mas, graças a Jesus, o verdadeiro Cordeiro imolado no nosso lugar, foipossível a reconciliação entre o homem e Deus.

"Senhor, obrigada por teres me mostrado o caminho - Jesus Cristo - para eupoder ir até o Teu trono.

Obrigada por não mais ser preciso matar ovelhas pelos meus pecados porque overdadeiro Cordeiro já foi imolado, derramando o Seu precioso sangue para me dara vida eterna.

Obrigada, Pai, porque o véu do templo foi rasgado abrindo caminho para eu poderchegar até a Ti e ter comunhão constante conTigo.

É meu desejo, Senhor, obedecer-Te em tudo a fim de que esta comunhão tãomaravilhosa (que é um céu para mim) seja a mais perfeita possível.

A Tua Palavra me diz que "com todo o meu coração Te busquei; não me deixesdesviar dos Teu mandamentos". E é isto, Senhor, que quero fazer: ser umafilha obediente a tudo que a Tua Palavra me disser e estar em constante comunhãocom o Teu Espírito, orando, estudando a Bíblia, alegrando-me na ajuda que Tu,diariamente, me dás e na esperança que me ofereces todos os dias.

Amém!

Minha irmã, é bom ser mulher! É bom saber que "a terra não seria amesma sem essa pessoa tão incrível" e que é "a mais bela dascriações" de Deus.
Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB).As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não aSBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boasherdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somenteda Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma,como o Textus Receptus. Copie e distribua ampla mas gratuitamente, mantendo onome do autor e pondo link para esta página de http://solascriptura-tt.org/)
 
autora: ValdeniraNunes de Menezes Silva
 

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Como surgiu o dia das mães? por Renato Vargens

O Brasil hoje está comemorando o dia dos mães. Durante a semana as lojas e shoppings ficaram lotadas de pessoas desejosas em presentear suas genitoras. Hoje, os restaurantes, os bares, as casas estarão repletas de familias que comemorarão a vida de suas mães, tias e avós.

Diante disto talvez você esteja se perguntando: Como surgiu o dia das mães? Será que é uma data exclusivamente comercial?

Pois é, a história da criação do Dia das Mães começou nos Estados Unidos, em maio de 1905, em uma pequena cidade do Estado da Virgínia Ocidental. Foi lá que a filha de pastores Anna Jarvis e algumas amigas iniciaram um movimento para instituir um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães.

A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais. Para Anna, a data tinha um significado mais especial: homenagear a própria mãe, Ann Marie Reeves Jarvis, falecida naquele mesmo ano. Ann Marie tinha almejado um feriado especial para honrar as mães.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Em 1914, a celebração foi unificada nos Estados Unidos, sendo comemorado sempre no segundo domingo de maio. Em pouco tempo, mais de 40 países adotaram a data.

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou o feriado.

Diante do exposto quero desejar a todas as mulheres que tiverem o privilégio de gerar filhos no útero ou no coração um feliz dia das mães!


Fonte: Renato Vargens

domingo, 8 de maio de 2011

Pílulas anticoncepcionais esgotam vitaminas essenciais e antioxidantes no corpo da mulher

Thaddeus Baklinski

BRONX, NY, EUA, 4 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um estudo realizado pelo Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina Albert Einstein do Hospital Bronx-Lebanon revelou que as mulheres que usam anticoncepcionais hormonais têm de modo significativo níveis mais baixos de vitaminas essenciais e antioxidantes em comparação com mulheres que não usam essas drogas.

“Comparamos as influências de três métodos contraceptivos (anticoncepcionais orais, anel vaginal e adesivo transdermal) em níveis de soro de coenzima Q(10), alfa-tocoferol, gamatocoferol e total capacidade antioxidante em mulheres antes da menopausa”, disse o líder dos pesquisadores Prabhudas R. Palan.

CoQ10 é considerado um dos mais importantes antioxidantes, enquanto o α-Tocopherol é geralmente considerado o antioxidante mais potente nos tocoferóis ativos, ambos dos quais são necrófagos radicais livres que dissolvem lipídeos localizados nas membranas das células capazes de neutralizar radicais livres do oxigênio, declara o estudo.

O estudo envolveu setenta mulheres saudáveis não fumantes na pré-menopausa, da mesma classe socioeconômica de áreas pobres de uma cidade grande. Dessas 70 pessoas, quarenta mulheres que não usavam anticoncepcionais hormonais constituíam o grupo de controle.

Entre as 30 usuárias de anticoncepcionais, 15 tomaram a pílula oral (PO trifásica) por um período mínimo de 6 meses; 5 inseriram o anel vaginal (NuvaRing) do dia 1–21 por um período total de 6 ciclos; e 10 usaram adesivo transdermal (Ortho Evra) por 3 semanas consecutivas por mês por um mínimo de 6 ciclos.

Os pesquisadores notaram que relativamente poucas pesquisas tiveram como foco o efeito dos contraceptivos hormonais nos níveis antioxidantes que se dissolvem em lipídeos, mas observaram que pesquisas anteriores mostraram que um desequilíbrio entre a produção de radicais livres de oxigênio e níveis de soro de antioxidantes podem levar a estresse e danificação da oxidação das células e consequente apoptose (morte da célula).

“O estresse oxidativo tem sido apontado como estando envolvido na etiologia (causalidade) de muitos processos de doenças crônicas, inclusive doenças cardiovasculares, câncer, cataratas e envelhecimento”, declarou o estudo.

Os pesquisadores também apontaram para o fato de que os hormônios ovarianos, principalmente o estrogênio, possuem propriedades antioxidantes e supõe-se que protejam contra a doença cardiovascular (dcv).

Os pesquisadores concluíram que as usuárias de contraceptivos hormonais esgotam de modo acentuado os níveis de vitaminas essenciais e antioxidantes.

“Esse é o primeiro estudo examinando os efeitos dos hormônios ovarianos (artificiais) exógenos nos níveis de soro do CoQ10 e vitamina E em mulheres saudáveis antes de chegarem à menopausa”, relataram os pesquisadores.

“Os resultados demonstram de forma significativa níveis mais baixos de soro de CoQ10, α-tocoferol e CAOT (capacidade antioxidante total) em usuárias de contracepção hormonal em comparação com mulheres que não são usuárias.

“Além disso, as usuárias de adesivos contraceptivos tinham os níveis mais baixos de CoQ10 e CAOT em comparação com as mulheres normais.

“Os dados indicam que alterações no CoQ10 e α-tocoferol provocadas pela contracepção hormonal e os efeitos potenciais dos hormônios ovarianos exógenos no estresse oxidativo deveriam ser levados em consideração em futuras pesquisas sobre os antioxidantes”, concluiu o estudo.

O texto completo em inglês do estudo “Effects of Oral, Vaginal, and Transdermal Hormonal Contraception on Serum Levels of Coenzyme Q10, Vitamin E, and Total Antioxidant Activity” (Efeitos da Contracepção Oral, Vaginal e Transdermal nos Níveis de Soro da Coenzima Q10, Vitamina E e Atividade Antioxidante Total) está disponível aqui.

Outros artigos:

A relação mortal da pílula anticoncepcional com o HIV/AIDS

Mil meninas inglesas com menos de 12 anos receberam prescrição médica de contraceptivos hormonais no ano passado

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/study-contraceptive-pills-deplete-womens-bodies-of-essential-vitamins-antio

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2011/03/pilulas-anticoncepcionais-esgotam.html

Fabricante de contracepção cercado de ações judiciais

Christine Dhanagom26 de abril de 2011 (Notícias Pró-Família) — Mais de 700 ações judiciais contra a empresa farmacêutica Merck Pharmaceuticals estão avançando nos tribunais dos EUA, ao mesmo tempo em que a empresa está se defendendo de acusações de violações éticas por suas tentativas de comercializar o dispositivo de controle da natalidade NuvaRing no exterior, sem fazer menção de seus riscos.

As ações judiciais alegam graves danos físicos e morte provocados pelo uso do NuvaRing — um pequeno anel que é introduzido na vagina por três semanas, então removido por uma semana e reintroduzido. O dispositivo envia um fluxo constante de hormônio para dentro do corpo a fim de suprimir a fertilidade.

O dispositivo foi aprovado pelo FDA [órgão federal de vigilância sanitária nos EUA] em 2001 e adquirido pela Merck em 2009 quando se fundiu com a gigante farmacêutica Schering-Plough Corp. A Merck registrou 559 milhões de dólares em vendas do NuvaRing no ano passado.

De acordo com o site aboutlawsuits.com, 730 ações judiciais haviam sido registradas contra a Merck até o final de 2010 afirmando efeitos colaterais abrangendo de derrames cerebrais e ataques do coração a morte súbita.

O site relatou que os advogados envolvidos nas ações legais apresentaram uma proposta no começo deste mês para selecionar alguns desses casos como “julgamentos pioneiros” no Tribunal Regional Federal do Distrito Leste do Missouri.

Os casos selecionados provavelmente decidirão o resultado de julgamentos subsequentes e possivelmente resultarão num acordo com a empresa para todas as mulheres que entraram com as ações judiciais. A publicação dos fatos para os casos selecionados deverá estar completa em junho de 2011.

Apesar da controvérsia, a Merck continua a vender o dispositivo, e os promotores da contracepção continuam a fazer sua divulgação. A Federação de Planejamento Familiar [que é a maior rede de clínicas de aborto dos EUA] elogia o NuvaRing como uma forma “segura, eficaz e conveniente” de controle da natalidade em seu site.

A empresa está também sob investigação da Agência Estatal de Medicina da Estônia por patrocinar o que afirma ser um seminário educativo para médicos, mas que um repórter investigador acusa que era pouco mais do que um evento promocional para o NuvaRing.

Um repórter do jornal comercial Äripäev da Estônia esteve presente no evento e fez uma filmagem secreta que mostra os presentes sendo servidos com bebidas grátis e sendo entretidos com música popular e dançarias balançando o que pareciam formas ampliadas de NuvaRings.

De acordo com o Relatório Báltico de Notícias Empresariais, Konstantin Ridnyi, ginecologista do Hospital Central do Leste do Tallinn, fez uma apresentação no evento com foco na promoção do NuvaRing e não fez nenhuma menção de seus potenciais efeitos colaterais. Quando o repórter do Äripäev tentou entrevistar Ridnyi depois, ele se recusou a comentar.

Aivar Hundimägi, editor do escritório de reportagens investigativas do Äripäev, disse para o noticiário ERR News que depois de alguns discursos informativos, o evento “se degenerou num ataque violento de propaganda”.

Conhecida no exterior como Merck Sharp & Dohme, a empresa se tornou um dos maiores produtores de produtos médicos na Estônia depois de entrar no mercado estoniano dez anos atrás, de acordo com ERR.

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Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/contraception-manufacturer-beset-with-lawsuits-investigation-over-device

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Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2011/05/fabricante-de-contracepcao-cercado-de.html

Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva confirma que a pílula anticoncepcional provoca aborto

Ellen M. Rice

LifeSiteNews.com, 12 de dezembro de 2008 — Em meio a um debate atual entre os ativistas pró-vida sobre se classificar a pílula anticoncepcional como abortiva ou contraceptiva, ativistas pró-aborto publicaram uma declaração oficial confirmando que a pílula anticoncepcional impede a implantação de embriões, provocando assim abortos.

Num suplemento à sua edição de novembro de 2008, a mais importante revista de saúde reprodutiva, a Fertility and Sterility, publicou declaração oficial da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (SAMR) intitulada “Contracepção hormonal: recentes avanços e controvérsias”.

Num resumo do desenvolvimento da contracepção nos Estados Unidos, a declaração considerou os anticoncepcionais orais o método reversível “mais amplamente utilizado”. Na “ampla variedade” de anticoncepcionais orais que são disponíveis, os “mecanismos de ação” são os mesmos, disse a declaração: “inibição da ovulação, alteração no muco cervical, e/ou modificação do endométrio, impedindo assim a implantação”.

Ativistas pró-vida que se opõem ao aborto, mas não à contracepção, há muito tempo consideram a pílula anticoncepcional como uma opção contraceptiva ética, ao contrário do DIU, que provoca abortos impedindo a implantação. Contudo, a declaração da SAMR indica claramente que a pílula é medicamente classificada como uma droga que age “impedindo a implantação”, causando assim a morte de um embrião fertilizado — um ser humano vivo e único.

Um grande volume de literatura apóia essa declaração, inclusive artigos de Fertility and Sterility. O mais importante deles é um estudo de 1996 feito por um grupo de ginecologistas da Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill, que concluiu que “a receptividade uterina debilitada” é “um mecanismo pelo qual as pílulas anticoncepcionais orais exercem suas ações contraceptivas”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/

Fonte: LifeSiteNews

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Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2008/12/sociedade-americana-de-medicina.html

A relação mortal da pílula anticoncepcional com o HIV/AIDS

Joan Claire Robinson21 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família/pop.org) — A doença mais mortal do mundo, o HIV/AIDS, e a pílula anticoncepcional estão tendo há décadas um “romance” secreto e letal. Embora as mulheres engulam sua “liberdade” com o suco de laranja da manhã, estudos que deveriam ter virado manchetes internacionais amarelaram em revistas médicas que são desconhecidas para o público geral. Só médicos ficaram sabendo acerca do romance mortal da pílula com o HIV/AIDS, e eles estavam ocupados demais escrevendo prescrições para anticoncepcionais hormonais para terem tempo de conversar.Mais de 50 estudos médicos, até agora, investigaram a ligação do uso dos anticoncepcionais hormonais e a infecção do HIV/AIDS. Os estudos mostram que os anticoncepcionais hormonais — a pílula oral e o Depo-Provera — aumentam quase todos os fatores de risco conhecidos para o HIV, de elevar o risco de uma mulher se infectar, de aumentar a reprodução do vírus HIV, de acelerar a progressão debilitadora e mortal da doença (1). Um teste médico publicado na revista AIDS em 2009 — monitorando a progressão do HIV pela necessidade de drogas anti-retrovirais (ART) — viu que “o risco de se tornar qualificado para receber ART era quase 70% mais elevado em mulheres que tomavam as pílulas e mais do que 50% mais elevado em mulheres que usavam DMPA [Depo-Provera] do que em mulheres que usavam os DIUs”. (2)Deixando de fora os estudos, sabe-se bem que o HIV/AIDS atinge mais mulheres do que homens. Alguns argumentariam que esse é um resultado do desejo de homens por parceiras sexuais jovens — e presumivelmente não infectadas. Poucos estão dispostos a discutir uma explicação mais óbvia, isto é, que a pílula e os injetáveis deixam as mulheres particularmente vulneráveis ao HIV/AIDS.Qual é a gravidade do problema? Os anticoncepcionais orais e o Depo-Provera estão entre os métodos contraceptivos mais populares e usados do mundo. De acordo com um estudo, “Mais de 100 milhões de mulheres no mundo inteiro usam a contracepção hormonal”. (3) Nos EUA, os índices de contracepção hormonal estão acima dos 52% em mulheres solteiras — aquelas que enfrentam o risco mais elevado do HIV/AIDS. Além disso, no interesse de abaixar o índice de natalidade, o FNUAP e a USAID continuam despejando, através de seus navios cargueiros, anticoncepcionais hormonais na África, Haiti e outras nações em desenvolvimento devastadas pela AIDS. A melhor meta-análise feita até hoje, feita pela Dra. Chia Wang e seus colegas, avaliou os resultados de consenso dos 28 melhores estudos publicados desde 1985. Eles descobriram que a “ligação significativa entre uso de contraceptivos orais e a seroprevalência ou a seroincidência do HVI-1… aumentava à medida que a qualidade do estudo aumentava”. Aliás, “dos melhores estudos, 6 dos 8 detectaram um risco maior de infecção do HVI ligado ao uso dos contraceptivos orais”. (4)Em Escala Nacional


Além disso, os resultados de Wang mostraram ainda mais ligação entre a pílula e o HIV quando limitaram os estudos àqueles conduzidos em populações africanas. Isso é importante por dois motivos:Primeiro, a África abaixo do Sahara é o local original da primeira e maior epidemia heterossexual do HIV/AIDS, que até agora infectou um número estimado de 22,4 milhões de pessoas. (5) Esse número representa dois terços do número total de infecções no mundo inteiro. Segundo, a África abaixo do Sahara tem aguentado décadas de programas de controle populacionais focalizados na contracepção e inúmeros experimentos de contracepção hormonal. “Entre os seis países mais duramente atingidos pela epidemia do HIV/AIDS… dois em três usuários nos seis países usam CO (contraceptivos orais) ou injetáveis”, (6) disse Iqbal Shah da Organização Mundial de Saúde.De forma semelhante, a Tailândia, louvada por uma predominância contraceptiva de 79.2% em 2000 e mais de 70% hoje, é uma terra em que, “Mais de um de cada 100 adultos neste país de 65 milhões de pessoas está infectado com o HIV”. (7) Entre as mulheres tailandesas, “A contracepção oral é o método mais popular”. (8,9)Por outro lado, o índice de HIV no Japão está em 0.01%, um dos mais baixos do mundo. (10) Nesse contexto, é importante observar que a pílula de controle de natalidade era ilegal no Japão até 1999, e mesmo hoje só 1% das mulheres japonesas usam a contracepção. Semelhantemente, as Filipinas, que são predominantemente católicas, com uma resistência popular de longa data à contracepção, se gaba de uma “prevalência de HIV de apenas 0.02%.” (11)Mudanças Hormonais Elevam o Risco do HIV

Os estudos que demonstram uma conexão entre contraceptivos hormonais e infecção do HIV/AIDS admitem alguns mecanismos em ação.Primeiro, vamos rever os conceitos básicos. O Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) é carregado em sangue quente ou fluídos sexuais. Infecta por meio de tecidos frágeis, inflamados, sangrando ou picado por agulha, ataca específicas células-T do sistema imunológico, e provoca a doença incurável e debilitadora conhecida como AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida).Os contraceptivos hormonais aumentam quase todos os fatores de risco conhecidos da infecção do HIV.Estudos têm revelado que os contraceptivos hormonais “alteram o microambiente da mulher” (12) e aumentam a contagem celular daquelas células específicas que o HIV usa para infectar e se propagar (os co-receptores do HIV CCR5 nos linfócitos T CD4+ no colo do útero).Além disso, um efeito colateral da progesterona conhecido para as mulheres americanas como “sangramento entre uma menstruação e outra” é provocado quando contraceptivos hormonais engrossam excessivamente a camada uterina. A grande superfície sangrante do útero cria um local ideal para a infecção do HIV. A progesterona também tem como efeito a supressão imunológica, o que significa que as mulheres que usam contraceptivos hormonais têm muito menos defesas naturais contra o HIV e outras DSTs, tais como a infecção de clamídia ou herpes genital (HSV-2). (13,14) Num estudo, “a própria infecção do HSV-2 mais do que triplicou o risco da infecção do HIV”. (15)Na vagina, o aumento de sangue e os efeitos hormonais independentes da pílula eliminam a proteção natural do ácido pH contra infecções. Além do mais, um famoso estudo de macacos resos revelou que os contraceptivos hormonais engrossam as paredes da vagina e de forma acentuada aumentam a infecção do SIV (o equivalente entre maçados do HIV). (16) A secura vaginal, outro efeito colateral dos contraceptivos hormonais, não só é dolorosa, mas também deixa a mulher suscetível a escoriações e abrasões — locais férteis para infecção.Um estudo indica: “A nível celular, os contraceptivos hormonais têm sido associados a inflamações na vagina e no colo do útero”. (17)Além disso, o controle da natalidade hormonal faz com que o frágil tecido do colo do útero cresça além de seus limites naturais e substitua o que normalmente seria a grossa membrana protetora. Essa “ectopia do colo do útero” é perigosa porque a superfície fina do colo do útero é o principal local para a infecção do HIV. (18)Considerando todos esses diferentes modos com que a contracepção hormonal promove a infecção do HIV/AIDS, não é de surpreender que vários estudos mostrem que as mulheres que usam a pílula, Depo-Provera, etc., têm mais probabilidade de serem infectadas não só com uma, mas com muitas variedades do HIV. Isso “por sua vez leva a níveis mais elevados de reprodução viral e progressão mais rápida da doença HIV-1”. (19, 20, 21) Mulheres que usam contraceptivos hormonais não só têm mais probabilidade de contrair o HIV/AIDS, mas também têm mais probabilidade de passá-lo para seus parceiros sexuais. Os três estudos que focalizaram no “impacto da contracepção hormonal no corrimento do colo do útero do vírus ligado às células” (22) revelaram que as mulheres portadoras do HIV e usuárias de contraceptivos hormonais têm uma probabilidade muito maior de vazar o HIV em seus fluídos do corpo. As usuárias da pílula de dosagem elevada tinham uma probabilidade 12 vezes maior de vazar o vírus HIV do que as mulheres que não usavam a contracepção; usuárias da dosagem baixa tinham uma probabilidade 4 vezes maior, e as usuárias de Depo-Provera tinham uma probabilidade 3 vezes maior. (23)Os promotores da pílula recuam

Alguns rechaçam completamente o impressionante volume de pesquisas científicas que demonstram uma ligação entre a pílula e o HIV. Eles fazem citações de um punhado de estudos e testes altamente seletivos que afirmam não terem encontrado “nenhum aumento no risco do HIV entre usuárias de contraceptivos orais e Depo-Provera”. (24)O problema com muitos desses estudos, tais como Mati et al. 1995, Kapiga et al. 1998, e Sinei et al. 1996 é que eles foram conduzidos com e mediante “clínicas de planejamento familiar”. Já que o principal negócio dessas clínicas é a promoção, venda e distribuição de contraceptivos, a possibilidade de tendenciosidade é inegável. Quem entregaria nas mãos da empresa Marlboro a tarefa de monitorar um estudo sobre a ligação entre os cigarros e o câncer?Além disso, um punhado de estudos que nega uma ligação entre a contracepção hormonal e maior risco de contrair o HIV são insignificantes diante dos mais de 50 estudos que não só revelaram tal ligação, mas também explicaram de forma convincente e precisa o que é que contribui para a propagação da doença em tal contracepção.Entretanto, as organizações de controle populacional continuam a fazer pressões políticas, legais e sociais para que haja mais contracepção, não menos. Veja, por exemplo, o Dr. Willard Cates, presidente do Instituto de Saúde da Família de Family Health International (FHI), um dos maiores fornecedores de contracepção hormonal para o mundo em desenvolvimento. Cates escreveu para a Revista da Associação Médica Americana: “Impedir gravidezes não-intencionais entre mulheres infectadas pelo HIV que atualmente não desejam engravidar é um modo importante e econômico de impedir novas infecções de HIV entre bebês… Deve-se fazer mais para garantir o acesso à contracepção segura e eficaz para as mulheres infectadas pelo HIV”. (25)Obviamente, a preocupação de FHI aí é menos impedir a infecção de bebês em gestação do que continuar a tirar a fertilidade de tantas mulheres quanto for possível por meio da contracepção, com o dinheiro de nossos impostos. O que essa organização se recusa a admitir, porém, é que ao fazer isso está contribuindo para a propagação do vírus HIV.Quantas vidas estão sendo perdidas porque continuamos a enviar navios carregados de contraceptivos hormonais para um continente e para países que estão sofrendo sob uma epidemia generalizada de HIV/AIDS? Já não é hora de pararmos?Veja o relatório na íntegra na edição de maio/junho do PRI Review.Notas finais1 Baeten et al. 2003, “Hormonal Influences on HIV Disease and Co-Morbidites.” J Acquir Immune Def Syndr. 2005, Vol 38, Suppl 1: S19

2 http://www.iasociety.org/Article.aspx?elementId=11977 ; Stringer et al, AIDS. 2009, 23:1377-1382  

3 Baeten et al. 2003 J Acquir Immune Def Syndr, 2005, S18

4 Wang et al., 1999, JAIDS

5 http://www.avert.org/hiv-aids-africa.htm

6 Shah, I. 2003, J Acquir Immune Def Syndr, 2005

7 http://www.avert.org/thailand-aids-hiv.htm

8 http://www.prb.org/Countries/Thailand.aspx

9 http://www.searo.who.int/LinkFiles/Family_Planning_Fact_Sheets_thailand.pdf  

10 http://apps.who.int/globalatlas/predefinedReports/EFS2006/EFS_PDFs/EFS2006_JP.pdf.  (Homosexual men account for just over half of Japan's domestic HIV cases.)

11 http://www.wpro.who.int/countries/2009/phl/

12 Prakash et al. 2004; Prakash et al. 2002; Furth et al., 1990

13 Baeten et al. 2001; Cottingham et al. 1992; Avonts et al. 1990; Louv et al. 1989

14 Hunt et al. 1998; Zang et al. 2002; Gillgrass et al; 2003

15 http://www.iasociety.org/Article.aspx?elementId=10470 ; Baeten et al. 2007

16 Marx et al. 1996; Abel et al. 2004; Veazey et al. 2005

17 Baeten et al. 2001; Ghanem et al. 2005

18 Baeten et al. 2007; Critchlow et al. 1995; Louv et al. 1989; Plourde et al. 1994

19 Beaten et al. 2003; Poss et al. 1995; Long et al. 2000

20 Furth et al. 1990

21 Baeten et al. 2007, Clinical and Infectious Diseases, 360-361

22 Stringer et al. 2008

23 Wang et al. 2004; Mostad et al. 1997; Clemetson et al. 1993

24 Mauck, C. 2005, S11; Studies noted: Mati et al. 1995; Kapiga et al. 1998

25 JAMA. 2006; 296:2802
 
Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/
 
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/
 
Veja também este artigo original em inglês:
 
 http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10042109.html
 
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Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2010/06/relacao-mortal-da-pilula.html

domingo, 1 de maio de 2011

Christina Hoff Sommers, filósofa americana, conhecida por sua postura crítica em frente ao feminismo na cultura contemporânea.

Fonte: http://pt.encydia.com/es/Christina_Hoff_Sommers

christina hoff sommers - Wikilingue - Encydia

Christina Hoff Sommers nascida em 1950 em Petaluma Califórnia, é uma autora e filósofa estadounidense conhecida por sua postura crítica em frente ao feminismo na cultura contemporânea estadounidense. Os temas de suas obras costumam ser: os jovens, o feminismo e os valores morais da sociedade estadounidense.

Feminismo

Sommers utiliza os termos feminismo de igualdade e feminismo de género para diferenciar o que ela crê aceitável e o que não, descreve o feminismo de igualdade como a luta pela igualdade dos direitos legais e civis os quais foram alguns dos objectivos das primeiras feministas na primeira onda dos movimentos da mulher, assim mesmo descreve o feminismo de género como a acentuación das diferenças de género no sentido de criar privilégios para as mulheres no mundo académico, político, industrial...

Sommers descreve-se a si mesma como feminista mas suas detractores a qualificam de antifeminista pois ataca seus princípios.

Obra

Who Stole Feminism?: How Women Have Betrayed Women (1994) ISBN 0-684-80156-6

The War against Boys: How Misguided Feminism Is Harming Our Young Men (June 2001) ISBN 0-684-84957-7

Vice and Virtue in Everyday Life

Right and Wrong: Basic Readings in Ethics

One Nation Under Therapy: How the Helping Culture is Eroding Self-Reliance

Referência

http://em.wikipedia.org/wiki/Christina_Hoff_Sommers

http://de.wikipedia.org/wiki/Christina_Hoff_Sommers

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/c/ou/m/Comunicações_de_Andorra_46cf.html"