sexta-feira, 29 de maio de 2009

A BELEZA FEMININA QUE DEUS DESEJA

Gilson Bifano


O Grande desejo das mulheres é alcançar a beleza.

As mulheres, e agora também os homens, estão em busca dessa beleza. Não faltam os cremes, os estilistas, as academias e os últimos produtos que prometem acabar com as rugas, as celulites e as estrias. Isso sem falar nos catálogos de produtos de beleza que chegam em nossos lares constantemente ou dos programas de televisão que se dedicam as vendas de produtos dessa natureza.

Numa bolsa feminina pode não haver muito dinheiro, mas aquele batonzinho para dar aquele retoque é certo. Elas estão sempre de olho naquele sapatinho que, como diz a minha esposa , "ele está olhando para mim".

Na Bíblia, encontramos mulheres, que pela descrição dos escritores sagrados, foram bonitas aos olhos humanos, embora o conceito de beleza mude de tempos em tempos ou de região para região.

Mas o apóstolo Pedro em sua Carta trata de uma beleza que muitas vezes não é desejada pelas mulheres.

Em 1 Pedro 3.3-7, o apóstolo, que era casado, fala de uma beleza que não se vê, mas que se percebe nos relacionamentos, especialmente o conjugal.

“Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus. Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus, estando submissas a seu próprio marido, como fazia Sara, que obedeceu a Abraão, chamando-lhe senhor, da qual vós vos tornastes filhas, praticando o bem e não temendo perturbação alguma. Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade,m porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações.”

É importante frisar que a Bíblia, através da Carta de Pedro, não está descartando por completo os cuidados que devemos ter com o nosso corpo, mas está enfatizando os adornos que devem estar presentes no interior.

Pedro não está dizendo que as mulheres devem andar despenteadas, sem batom na bolsa ou coisa parecida. O que ela está orientando é buscar a beleza interna, com a mesma obstinação que se busca a beleza exterior.

Segundo o marido Pedro (não sabemos como se chamava sua esposa e nem se era bonita), essa beleza não perece. Enquanto uma roupa que embeleza e tem a durabilidade de uma estação, Pedro está dizendo que a beleza que está no íntimo não "sai de moda".

E quais são esses adornos que as mulheres devem buscar, especialmente no relacionamento conjugal? São eles: Um espírito dócil e tranqüilo, uma esperança firme em Deus e uma submissão essencialmente bíblica.

Por um espírito dócil e tranqüilo, Pedro está desejando, como afirma Charles Swindoll, no seu livro "Renove sua esperança" (Editora Atos), "uma gentil tranqüilidade", que é o verdadeiro caráter, que nasce no profundo do coração.

Uma esperança firme em Deus é a certeza de que Ele, Deus, é quem faz os milagres que tanto desejamos na vida do nosso cônjuge. Muitas esposas estão desanimadas por que não vêem mudanças na vida do marido, mas o segredo é não esmorecer em oração e na certeza de que Deus é quem faz as mudanças no coração do outro.

A submissão, que muitas vezes é tão mal interpretada pelas mulheres e quase não é pregada pelos pastores, se refere ao respeito que se deve ter pelo marido, ao dever da esposa em colocar o marido como prioridade em sua vida, acima da prioridade para com os filhos, pais e amigas.

Ao dever da esposa, depois de muito diálogo e considerações sobre uma determinada decisão, seguir a orientação do marido naquelas coisas que não venham ferir os princípios bíblicos. É saber que Deus vai honrá-la em todas as circunstâncias e decisões conjugais, mesmo aquelas que contrariam a sua vontade.

Esses adornos não estão disponíveis nos shoppings, mas num relacionamento profundo e íntimo que a mulher deve ter com Deus.


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quarta-feira, 20 de maio de 2009

SARA SHEEVA - Cantora diz estar sem sexo há nove anos e ser adepta a abstinência

A cantora, filha de Baby do Brasil e Pepeu Gomes, afirma não praticar sexo há nove anos, desde que se converteu à Igreja Celular Internacional. Agora, escreve livros e viaja pelo Brasil como missionária da fé.

Quando eu não vivia sem sexo, ninguém me chamava de doida e hoje vão chamar?”, diz a cantora Sarah Sheeva, durante a entrevista concedida a QUEM, no restaurante Praça São Lourenço, em São Paulo. Sarah afirma que era ninfomaníaca e promíscua e que não conseguia ficar nem uma semana sem sexo. Agora, diz, pratica abstinência há nove anos. A mudança ocorreu depois que ela se converteu à Igreja Celular Internacional, há quase 11 anos. Na época, sua família não aceitou. Filha mais velha da cantora Baby do Brasil e do compositor e guitarrista Pepeu Gomes, Sarah diz que os pais acharam que ela estava louca e que a mãe ficou dois anos sem falar com ela. As duas só se reaproximaram quando a própria Baby virou pastora de outra igreja, o Ministério do Espírito Santo de Deus em Nome de Jesus.



Solteira, Sarah, de 35 anos, acaba de se mudar para um apartamento em São Paulo com a filha, Ranaah, de 16 anos, de sua relação com o pecuarista Fernando Santos, mas passa a maior parte do tempo viajando. Ela dá palestras em igrejas de todo o Brasil. Sarah, que já teve um grupo de música pop, o SNZ, com as irmãs Nana Shara e Zabelê (o grupo foi criado em 1998 e acabou em 2002), gravou um disco de música gospel e escreveu dois livros. O primeiro, Defraudação Emocional, dá dicas tanto para os solteiros se relacionarem como para os casados manterem a união. Com sexo, é claro. O segundo, Onde Foi Que Eu Errei?, foi lançado na semana passada e ensina a criar os filhos. Ambos são comercializados na igreja e em seu site pessoal. Falante, bem-humorada e sem papas na língua, Sarah conta como a religião entrou em sua vida e diz que não teme ser chamada de fanática.

QUEM: Como você se converteu?

SARAH SHEEVA: Foi muito doido. Me converti há quase 11 anos, após ter uma experiência muito ruim. Eu vi uma pessoa da minha família incorporar e vi um espírito maligno dentro dela. Na hora, a primeira coisa que vem na cabeça é que você enlouqueceu, que foi uma miragem, fruto da imaginação. Até então, eu não acreditava em nada. Eu caçoava dos cristãos e crentes, zombava, xingava de fanáticos. Depois disso, entrei no meu quarto e fiz uma oração particular a Deus, pedindo para saber se a Bíblia era verdade e se Jesus Cristo era Deus. Ao final de duas semanas, ele me respondeu.

QUEM: O que Deus falou para você?

SS: Jesus falou comigo que era Deus e que a Bíblia não é uma lenda. Ouvi a voz dele.

QUEM: Você usava drogas nessa época?

SS: Eu não fumava maconha, não cheirava cocaína nem bebia. Eu tive uma criação muito liberal, nunca fui proibida de nada, então nunca quis fazer nada. Então, quando eu vi isso, meu mundo caiu.

QUEM: Por que Deus falou justamente com você?

SS: Eu costumo dizer que ele me escolheu porque não tinha ninguém pior na minha casa, e para mostrar o quão poderoso ele é. Porque, se ele deu jeito em mim, ele dá jeito em qualquer um. Se você soubesse como eu era (risos)... eu era terrível.

QUEM: Como você era?

SS: Eu era uma pessoa emocionalmente desequilibrada, tinha altos e baixos, depressão, acessos de ira e raiva, era inconstante e achava que era feliz. Eu também era viciada em relacionamento.

QUEM: Viciada em sexo?

SS: Em sexo. Eu era considerada ninfomaníaca e não conseguia ficar nem uma semana sem sexo. Eu estava sempre atrás de um relacionamento e era bem promíscua. Andava com camisinha na bolsa e achava que sexo era apenas um momento. Eu não tinha limite.

QUEM: Você chegou a ter relações homossexuais?

SS: As duas coisas de que eu escapei foram sexo grupal e homossexualismo, e acredito que isso é porque sou uma mulher muito possessiva (risos)! Eu não conseguiria dividir meu parceiro. Já o homossexualismo, brinco que, de peitos e vagina, já bastam os meus! Pele lisinha? Deus me livre! Eu gosto é de uma barba por fazer, sempre gostei mesmo é de um sovaco cabeludo (risos)!

QUEM: Há quanto tempo você faz abstinência sexual?

SS: Eu faço abstinência há nove anos, mas não foi de cara, tive os meus deslizes. Eu levei dois anos para me firmar, para me organizar e ter uma vida correta.

QUEM: Não sente falta de sexo?

SS: Hoje em dia eu não sinto falta. E, não se escandalize, eu não pratico masturbação. Eu realmente me purifiquei porque sou uma missionária. E as minhas mãos precisam ser puras. Eu não posso pôr a mão sobre uma pessoa e não ter a mão purificada no espírito. Sou uma mulher santa nesse aspecto.

QUEM: Não teme ser rotulada de fanática?

SS: Por quê? Quando eu não vivia sem sexo, ninguém me chamava de doida e hoje vão me chamar? Por favor, né? É uma incoerência. Não consigo entender. Eu acho o máximo fazer abstinência. Imagina se aparecer para mim um marido. Ele não vai achar o máximo? Qual o homem que não sonha com uma mulher só para ele?

QUEM: Você não pratica sexo, mas escreveu um livro dando dicas para casais.

SS: No livro Defraudação Emocional, falo sobre a angústia do cristão solteiro, que quer casar com a pessoa certa. A Bíblia ensina que a mulher deve esperar, que ela deve ser cortejada, que tem que existir romantismo, mas hoje em dia as mulheres reclamam que os homens estão muito devagar, muito parados.

QUEM: E o livro Onde Foi Que Eu Errei?, lançado há uma semana?

SS: Esse fala sobre a criação dos filhos, e cito os dez erros que os pais cristãos cometem, fazendo com que os filhos saiam dos caminhos do Senhor. Coisas como reprimir demais, por exemplo. É um grave erro. Os pais devem dar escolha aos filhos em vez de proibi-los de tudo.

QUEM: Como sua família reagiu quando você se converteu?

SS: Um dia depois de falar com Deus, liguei para minha mãe para contar o ocorrido. Ela não acreditou, me xingou e bateu o telefone na minha cara. Depois, ficou dois anos sem falar comigo, porque achava que eu havia me tornado uma beata de igreja, aquele estereótipo cafona, e, na verdade, nem todo mundo é igual. Sabe aquela idéia de que não pode raspar, não pode depilar, só pode usar coque e saião? Dois anos depois, minha mãe se converteu e voltamos a nos falar.

QUEM: Você converte as pessoas?

SS: Quem convence é o próprio Espírito Santo. Eu posso despertar um interesse na sua vida, te falar do Evangelho, mas não tenho o poder de virar uma chave no seu íntimo e fazer você se abrir para uma coisa. Sou missionária, pregadora da palavra, cantora e ministra de louvor. Meu trabalho não é evangelístico, mas de edificação, para que o público se purifique.

QUEM: Você se chamava Riroca. Por que mudou de nome?

SS: Essa história já tem mais de 15 anos, e tento o máximo possível não remeter a esse assunto. Riroca, em tupi-guarani, significa casa do amor. Era um nome muito esquisito. Algumas pessoas não entendiam e me chamavam de palavrão. Desenvolvi uma timidez excessiva e os meus pais entraram na justiça pedindo que alterassem o meu nome. Foi a melhor coisa que eles fizeram. A partir dali, eu me tornei uma menina normal.

Data: 18/5/2009 09:22:48
Fonte: Notícias Cristãs
http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=4593