quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O FEMINISMO BENEFICIOU MAIS OS HOMENS DO QUE AS MULHERES?

por Hilary White

29 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Num artigo opinativo no jornal New York Times, a líder feminista americana Maureen Dowd expressou surpresa que recente pesquisa continue a mostrar que as mulheres, que estão economicamente emancipadas pela revolução feminista, estão mais infelizes agora, quarenta anos depois, do que os homens.

Chamando de “paradoxo” que as mulheres podem ter se desfeito de seus aventais de cozinha, Dowd escreveu: “Mas quanto mais as mulheres têm conquistado, mais elas parecem estar tristes. A revolução feminista acabou beneficiando mais os homens do que as mulheres?”

Dowd, que é jornalista e colunista regular do New York Times, é conhecida como uma das últimas feministas radicais da velha guarda, e é autora do livro “Are Men Necessary? When Sexes Collide” (Será que os homens são necessários? Quando os sexos entram em colisão).

O artigo opinativo de Dowd veio depois de uma matéria da revista Time mostrando que apesar de que as mulheres têm mais oportunidades econômicas, mais “opções reprodutivas livres” [contracepção e aborto] e mais divórcio fácil, os homens estão mais felizes de modo geral do que as mulheres nos EUA. As mulheres, disse Dowd, estão sendo “levadas à distração” ao manterem tanto sua condição de mães e esposas enquanto ao mesmo tempo mantêm carreiras turbinadas. Citando vários pesquisadores diferentes, Dowd disse que uma grande parte do problema são os filhos. “Uma área de extrema distração são as crianças”, escreveu ela.

Mas uma ameaça ainda maior para a felicidade das mulheres, disse ela, é o instinto natural das mulheres para forjar fortes laços e relacionamentos emocionais. “Elas tendem a se ligar a outras pessoas de forma mais forte, se esgotar mais quando perdem vínculos, levam as coisas a nível mais pessoal no trabalho e usam muito mais antidepressivos”.

No artigo da Time, Nancy Gibbs diz que a pesquisa da revista mostrou que embora as mulheres tenham “ganho mais liberdade, mais educação e mais poder econômico”, o estudo mostrou que “elas se tornaram menos felizes”.

Desde que a Time publicou um artigo sobre as conquistas feministas no começo da década de 1970, Gibbs escreveu: “Quase metade dos diplomas de direito e medicina vão para mulheres… metade dos presidentes de associações atléticas universitárias são mulheres, e de cada três âncoras de redes de TV, dois logo serão; três dos quatro mais recentes secretários de Estado têm sido mulheres. Há mais de 145 fundações que existem para fortalecer as mulheres ao redor do mundo”.

Mas as mulheres ainda estão dizendo que não estão felizes comparadas aos homens, de acordo com as pesquisas, e estão sofrendo mais do que os homens na crise financeira. O misterioso “paradoxo” das mulheres emancipadas, que vivem na contracepção e carreiras de alto desempenho, não é tão misterioso para alguns.

Gibbs escreve que entre as mudanças “mais desconcertantes” está a evidência de “que à medida que ganharam mais liberdade, mais educação e mais poder econômico, as mulheres ficaram menos felizes”. “Nenhuma teoria satisfatória explica essa tendência”.

Gibbs mesma aponta para uma resposta, dizendo: “Entre as mudanças mais dramáticas na geração passada está a separação do casamento da maternidade” e que as mulheres “não mais vêem o matrimônio como ponto necessário no caminho para a segurança financeira ou para a maternidade”.

Ela comenta o elevado aumento no número de crianças que nascem de mães solteiras (de 12 por cento para 39) e observa que embora “a maioria das crianças em meados da década de 1970 estivesse sendo criada por uma mãe que permanecia no lar, hoje menos de um terço delas estão em casa”.

Mas Albert Mohler, comentando numa coluna, seguiu a evidência, dizendo: “A grande pergunta levantada por esses estudos é esta: O feminismo produziu infelicidade entre as mulheres? Essa pergunta é inescapável quando vista à luz do contexto histórico”.

Mohler é o presidente do Seminário Teológico Batista do Sul, membro da diretoria de Focus on the Family e apresentador de um programa cristão de rádio que debate questões sociais. Ele cita Gail Collins, que escreveu em seu livro “When Everything Changed: The Amazing Journey of American Women from 1960 to the Present” (Quando tudo mudou: a jornada estupenda de mulheres americanas de 1960 até o presente), que as realizações das mulheres “não revolveram as tensões de tentar criar filhos e manter um emprego sob controle ao mesmo tempo”.

“Lamentavelmente”, escreve Mohler, “a maioria das feministas parece não ter a capacidade, devido a seus compromissos ideológicos, de fazer as perguntas mais difíceis.

“O fato é que o feminismo jamais foi apenas sobre abrir portas para as mulheres. A fim de justificar a vasta transformação social que o feminismo produziu, o movimento feminista aspirou a uma coisa apenas: uma total revolução social, moral e cultural. Ao longo do caminho, o feminismo redefiniu o que é ser mulher, casamento, mãe e os papéis dos homens e das mulheres”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09102911.html

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terça-feira, 3 de novembro de 2009

MULHERES ESTÃO MENOS FELIZES DO QUE NOS ANOS 70

Um estudo feito nos Estados Unidos, o General Social Survey, detectou que as mulheres estão mais tristes do que estavam há três décadas - e mais insatisfeitas com suas vidas do que os homens. Nos anos 70, quando começou a emancipação feminina, com entrada no mercado de trabalho, pílula anticoncepcional, liberdade sexual, elas se sentiram exultantes. Mas quanto mais conquistaram, mais responderam à pesquisa - que é feita desde 1972 - dizendo que estavam infelizes.

O assunto é o mais lido e comentado do site do New York Times, desde que a matéria Blue is the new Black foi publicada, na última sexta-feira. Leitores e leitoras não se cansam de enviar emails - alguns revoltados com a constatação. Outros reafirmando a ideia de que alguma coisa não vai bem no universo feminino. Os homens, ao contrário, de menos felizes há 30 anos, hoje se declaram mais satisfeitos com suas vidas do que as mulheres.

Quem analisou a pesquisa acredita que o resultado se deve a vários fatores: à complexidade biológica e hormonal das mulheres, somou-se as duplas e triplas jornadas a que elas se submetem e suas exigências de eficiência em todas as áreas. As mulheres têm mais demandas e cobram mais de si próprias. Se na década de 70 elas se cobravam em relação a beleza, filhos, jardins e jantares, agora elas se cobram em relação a beleza, filhos, jardins, jantares, trabalho, carreira, estudos, sexo, equilíbrio no casamento.

Pesquisador do Instituto Gallup e autor de livros sobre felicidade, Marcus Buckingham diz que as mulheres começam suas vidas mais seguras e satisfeitas do que os homens, mas, no que vão amadurecendo, vão ficando menos felizes. “As mulheres de hoje estão fazendo mais e sentindo menos”, afirma.

A matéria ressalta também a valorização da beleza e da juventude do nosso tempo, que afetam mais as mulheres do que os homens. Enquanto elas aumentam seu nível se estresse com cosméticos e tratamentos estéticos e cirúrgicos, os homens muitas vezes ficam mais atraentes com a maturidade. De acordo com o estudo, aos 39 anos as mulheres começam a ser menos felizes do que os homens com seus casamentos, aos 41 com suas finanças, e aos 44 com seus bens. A emancipação feminina também tirou das costas dos homens o peso da responsabilidade pelo sustento da família. Não sendo mais os únicos provedores, sentem-se mais livres e felizes.

Em seu blog no Huffington Post, a jornalista Arianna Huffington também analisa os dados da pesquisa. “Quando vemos o que ocorreu nestas últimas décadas, com as mulheres tendo mais liberdade, mais escolhas, mais oportunidades e mais dinheiro, temos que perguntar: o que está acontecendo?”

O resultado do estudo me lembrou de um post que coloquei aqui no blog há não muito tempo, sobre como as mulheres americanas não gostam de seus empregos e gostariam de poder ficar apenas cuidando da casa.

Será que vai chegar o dia em que as mulheres vão amaldiçoar o feminismo?

Fonte: ter, 22/09/09por Martha Mendonça |categoria Uncategorized
http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2009/09/22/mulheres-estao-menos-felizes-do-que-nos-anos-70/

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

GESTAÇÃO E USO DE DROGAS

Por Thiago Romero

Agência FAPESP – Um estudo feito na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que avaliou a prevalência do uso de drogas durante a gestação de mil adolescentes atendidas em um hospital público de São Paulo, verificou que o consumo de tabaco, álcool e drogas ilícitas foi de 17,3%, 2,8% e 1,7%, respectivamente.

O objetivo da pesquisa foi descrever as condições sociodemográficas e comportamentais associadas com a gestação na adolescência no hospital, localizado na periferia da zona norte da capital paulista, com alto índice de vulnerabilidade juvenil e no qual 25% dos partos realizados são de adolescentes.

O trabalho, coordenado por Ronaldo Laranjeira, pesquisador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad) da Unifesp, integra o Projeto Temático Uso de Drogas por Gestantes Adolescentes, apoiado pela FAPESP para estudar a prevalência do uso de drogas e os fatores de risco para seu uso durante a gravidez.

“Quase um terço das grávidas no Brasil são adolescentes e, nesse estudo específico, estamos falando de mil jovens que estavam no terceiro trimestre de gravidez. Então, considerar que 17,3% delas fumavam durante a gestação é uma estatística alta e preocupante, podendo provocar impactos no feto”, disse Laranjeira à Agência FAPESP.

Quanto ao uso de drogas durante a gestação, as adolescentes que fumavam disseram que ingeriam, em média, cinco cigarros por dia e, do total das que disseram consumir álcool, 26,6% admitiram ter ingerido pelo menos em uma ocasião durante a gestação, sendo 2,8% de forma abusiva.

No que se refere a outros tipos de drogas, como maconha e cocaína, além das 17 (1,7%) que admitiram ter usado durante a gestação, seis (0,6%) relataram uso de droga injetável e 24 (2,4%) disseram ter tido relação com um parceiro usuário de droga injetável.

O levantamento, que foi aprovado pelos Comitês de Ética e Pesquisa da Unifesp, aponta ainda que a média de idade das participantes foi de 17 anos, sendo que 17% tinham até 15 anos.

“Apesar de ficarmos mais atentos à questão do uso de álcool e drogas, que obviamente é o que mais nos preocupa, o assunto da gravidez na adolescência também é um problema de saúde pública muito maior do que imaginávamos”, disse Laranjeira.

Segundo ele, das mil adolescentes analisadas, 93% pertenciam às classes econômicas C, D e E e 68% tinham renda familiar mensal de até quatro salários mínimos, sendo que apenas 9,7% disseram estar trabalhando. Outro dado é que, independentemente da faixa de idade, mais da metade das adolescentes (67,3%) não estudava no momento da entrevista.

Ainda do total, 81,2% não tinham planejado a gestação, 60,2% associavam o abandono da escola com a gravidez e apenas 23,7% faziam uso de método contraceptivo. Em relação ao comportamento sexual, a média de idade de início de atividade sexual foi de 15 anos, variando de 10 a 19 anos.

Tratamento específico

“Um dos resultados que mais impressionam nesse estudo é justamente o alto índice de gravidez entre as adolescentes, sendo que normalmente 20% delas têm o segundo filho ainda na adolescência. E outros estudos indicam que esse alto índice está se mantendo e até aumentando”, disse Laranjeira.

Quanto à estrutura familiar, o estudo mostra que apenas 7,2% das mulheres eram casadas legalmente, mas 62,7% delas disseram viver com um companheiro.

De acordo com Laranjeira, esse e outros estudos conduzidos por pesquisadores da Unifesp têm fornecido subsídios importantes para o estabelecimento de estratégias e políticas públicas específicas para a população feminina.

“Os dados da Uniad têm sido replicados em outras linhas de pesquisa e também temos tentado dialogar com as várias esferas de governo para a criação de políticas públicas voltadas à diminuição da maternidade precoce e do consumo de drogas na adolescência, tanto no que diz respeito às questões preventivas como no âmbito do tratamento”, disse.

Laranjeira antecipa que um dos resultados desses diálogos deverá se concretizar em breve com a criação, pelo governo do Estado de São Paulo, de uma unidade de saúde voltada exclusivamente ao tratamento de mulheres com problemas de dependência química. “Esse é um projeto que deve ser inaugurado ainda este ano em São Bernardo do Campo”, disse.

Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/materia/10874/especiais/gestacao-e-uso-de-drogas.htm

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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

CALVINISMO, CONFORME A REVISTA TIME, É A IDEIA QUE ESTÁ MUDANDO O MUNDO


A revista Time apontou o novo Calvinismo em terceiro lugar, na sua matéria de capa sobre as 10 Idéias transformando o mundo na atualidade(...).

Maiores informações, clique AQUI.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

CASAR OU MORAR JUNTO?


Casais que moram juntos antes do casamento apresentam maior risco de se divorciar que aqueles que esperam até a cerimônia – ou pelo menos até ficar noivos. A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Denver, nos Estados Unidos. A pesquisa, publicada no Journal of Family Psychology, mostrou ainda que pessoas que foram morar juntas antes do noivado ou casamento demonstraram pouca satisfação em seus relacionamentos. Os pesquisadores estudaram ainda as razões pelas quais os casais decidem dividir o mesmo teto. De acordo com o estudo, a maioria se incomoda com namoros longos e teme a monotonia. A segunda razão alegada é a conveniência, inclusive financeira (na hora de dividir o aluguel). Em terceiro lugar foi citada a intenção de testar se a relação resiste a um tempo maior de convivência.

FONTE: © Michael Krinke/istockphoto
http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/casar_ou_morar_junto_.html

sexta-feira, 29 de maio de 2009

A BELEZA FEMININA QUE DEUS DESEJA

Gilson Bifano


O Grande desejo das mulheres é alcançar a beleza.

As mulheres, e agora também os homens, estão em busca dessa beleza. Não faltam os cremes, os estilistas, as academias e os últimos produtos que prometem acabar com as rugas, as celulites e as estrias. Isso sem falar nos catálogos de produtos de beleza que chegam em nossos lares constantemente ou dos programas de televisão que se dedicam as vendas de produtos dessa natureza.

Numa bolsa feminina pode não haver muito dinheiro, mas aquele batonzinho para dar aquele retoque é certo. Elas estão sempre de olho naquele sapatinho que, como diz a minha esposa , "ele está olhando para mim".

Na Bíblia, encontramos mulheres, que pela descrição dos escritores sagrados, foram bonitas aos olhos humanos, embora o conceito de beleza mude de tempos em tempos ou de região para região.

Mas o apóstolo Pedro em sua Carta trata de uma beleza que muitas vezes não é desejada pelas mulheres.

Em 1 Pedro 3.3-7, o apóstolo, que era casado, fala de uma beleza que não se vê, mas que se percebe nos relacionamentos, especialmente o conjugal.

“Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus. Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus, estando submissas a seu próprio marido, como fazia Sara, que obedeceu a Abraão, chamando-lhe senhor, da qual vós vos tornastes filhas, praticando o bem e não temendo perturbação alguma. Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade,m porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações.”

É importante frisar que a Bíblia, através da Carta de Pedro, não está descartando por completo os cuidados que devemos ter com o nosso corpo, mas está enfatizando os adornos que devem estar presentes no interior.

Pedro não está dizendo que as mulheres devem andar despenteadas, sem batom na bolsa ou coisa parecida. O que ela está orientando é buscar a beleza interna, com a mesma obstinação que se busca a beleza exterior.

Segundo o marido Pedro (não sabemos como se chamava sua esposa e nem se era bonita), essa beleza não perece. Enquanto uma roupa que embeleza e tem a durabilidade de uma estação, Pedro está dizendo que a beleza que está no íntimo não "sai de moda".

E quais são esses adornos que as mulheres devem buscar, especialmente no relacionamento conjugal? São eles: Um espírito dócil e tranqüilo, uma esperança firme em Deus e uma submissão essencialmente bíblica.

Por um espírito dócil e tranqüilo, Pedro está desejando, como afirma Charles Swindoll, no seu livro "Renove sua esperança" (Editora Atos), "uma gentil tranqüilidade", que é o verdadeiro caráter, que nasce no profundo do coração.

Uma esperança firme em Deus é a certeza de que Ele, Deus, é quem faz os milagres que tanto desejamos na vida do nosso cônjuge. Muitas esposas estão desanimadas por que não vêem mudanças na vida do marido, mas o segredo é não esmorecer em oração e na certeza de que Deus é quem faz as mudanças no coração do outro.

A submissão, que muitas vezes é tão mal interpretada pelas mulheres e quase não é pregada pelos pastores, se refere ao respeito que se deve ter pelo marido, ao dever da esposa em colocar o marido como prioridade em sua vida, acima da prioridade para com os filhos, pais e amigas.

Ao dever da esposa, depois de muito diálogo e considerações sobre uma determinada decisão, seguir a orientação do marido naquelas coisas que não venham ferir os princípios bíblicos. É saber que Deus vai honrá-la em todas as circunstâncias e decisões conjugais, mesmo aquelas que contrariam a sua vontade.

Esses adornos não estão disponíveis nos shoppings, mas num relacionamento profundo e íntimo que a mulher deve ter com Deus.


Kadoshi Mensagens Bíblicas - Anunciamos a Jesus Cristo: Único Caminho para o Céu!
http://groups.google.com.br/group/kadoshi

quarta-feira, 20 de maio de 2009

SARA SHEEVA - Cantora diz estar sem sexo há nove anos e ser adepta a abstinência

A cantora, filha de Baby do Brasil e Pepeu Gomes, afirma não praticar sexo há nove anos, desde que se converteu à Igreja Celular Internacional. Agora, escreve livros e viaja pelo Brasil como missionária da fé.

Quando eu não vivia sem sexo, ninguém me chamava de doida e hoje vão chamar?”, diz a cantora Sarah Sheeva, durante a entrevista concedida a QUEM, no restaurante Praça São Lourenço, em São Paulo. Sarah afirma que era ninfomaníaca e promíscua e que não conseguia ficar nem uma semana sem sexo. Agora, diz, pratica abstinência há nove anos. A mudança ocorreu depois que ela se converteu à Igreja Celular Internacional, há quase 11 anos. Na época, sua família não aceitou. Filha mais velha da cantora Baby do Brasil e do compositor e guitarrista Pepeu Gomes, Sarah diz que os pais acharam que ela estava louca e que a mãe ficou dois anos sem falar com ela. As duas só se reaproximaram quando a própria Baby virou pastora de outra igreja, o Ministério do Espírito Santo de Deus em Nome de Jesus.



Solteira, Sarah, de 35 anos, acaba de se mudar para um apartamento em São Paulo com a filha, Ranaah, de 16 anos, de sua relação com o pecuarista Fernando Santos, mas passa a maior parte do tempo viajando. Ela dá palestras em igrejas de todo o Brasil. Sarah, que já teve um grupo de música pop, o SNZ, com as irmãs Nana Shara e Zabelê (o grupo foi criado em 1998 e acabou em 2002), gravou um disco de música gospel e escreveu dois livros. O primeiro, Defraudação Emocional, dá dicas tanto para os solteiros se relacionarem como para os casados manterem a união. Com sexo, é claro. O segundo, Onde Foi Que Eu Errei?, foi lançado na semana passada e ensina a criar os filhos. Ambos são comercializados na igreja e em seu site pessoal. Falante, bem-humorada e sem papas na língua, Sarah conta como a religião entrou em sua vida e diz que não teme ser chamada de fanática.

QUEM: Como você se converteu?

SARAH SHEEVA: Foi muito doido. Me converti há quase 11 anos, após ter uma experiência muito ruim. Eu vi uma pessoa da minha família incorporar e vi um espírito maligno dentro dela. Na hora, a primeira coisa que vem na cabeça é que você enlouqueceu, que foi uma miragem, fruto da imaginação. Até então, eu não acreditava em nada. Eu caçoava dos cristãos e crentes, zombava, xingava de fanáticos. Depois disso, entrei no meu quarto e fiz uma oração particular a Deus, pedindo para saber se a Bíblia era verdade e se Jesus Cristo era Deus. Ao final de duas semanas, ele me respondeu.

QUEM: O que Deus falou para você?

SS: Jesus falou comigo que era Deus e que a Bíblia não é uma lenda. Ouvi a voz dele.

QUEM: Você usava drogas nessa época?

SS: Eu não fumava maconha, não cheirava cocaína nem bebia. Eu tive uma criação muito liberal, nunca fui proibida de nada, então nunca quis fazer nada. Então, quando eu vi isso, meu mundo caiu.

QUEM: Por que Deus falou justamente com você?

SS: Eu costumo dizer que ele me escolheu porque não tinha ninguém pior na minha casa, e para mostrar o quão poderoso ele é. Porque, se ele deu jeito em mim, ele dá jeito em qualquer um. Se você soubesse como eu era (risos)... eu era terrível.

QUEM: Como você era?

SS: Eu era uma pessoa emocionalmente desequilibrada, tinha altos e baixos, depressão, acessos de ira e raiva, era inconstante e achava que era feliz. Eu também era viciada em relacionamento.

QUEM: Viciada em sexo?

SS: Em sexo. Eu era considerada ninfomaníaca e não conseguia ficar nem uma semana sem sexo. Eu estava sempre atrás de um relacionamento e era bem promíscua. Andava com camisinha na bolsa e achava que sexo era apenas um momento. Eu não tinha limite.

QUEM: Você chegou a ter relações homossexuais?

SS: As duas coisas de que eu escapei foram sexo grupal e homossexualismo, e acredito que isso é porque sou uma mulher muito possessiva (risos)! Eu não conseguiria dividir meu parceiro. Já o homossexualismo, brinco que, de peitos e vagina, já bastam os meus! Pele lisinha? Deus me livre! Eu gosto é de uma barba por fazer, sempre gostei mesmo é de um sovaco cabeludo (risos)!

QUEM: Há quanto tempo você faz abstinência sexual?

SS: Eu faço abstinência há nove anos, mas não foi de cara, tive os meus deslizes. Eu levei dois anos para me firmar, para me organizar e ter uma vida correta.

QUEM: Não sente falta de sexo?

SS: Hoje em dia eu não sinto falta. E, não se escandalize, eu não pratico masturbação. Eu realmente me purifiquei porque sou uma missionária. E as minhas mãos precisam ser puras. Eu não posso pôr a mão sobre uma pessoa e não ter a mão purificada no espírito. Sou uma mulher santa nesse aspecto.

QUEM: Não teme ser rotulada de fanática?

SS: Por quê? Quando eu não vivia sem sexo, ninguém me chamava de doida e hoje vão me chamar? Por favor, né? É uma incoerência. Não consigo entender. Eu acho o máximo fazer abstinência. Imagina se aparecer para mim um marido. Ele não vai achar o máximo? Qual o homem que não sonha com uma mulher só para ele?

QUEM: Você não pratica sexo, mas escreveu um livro dando dicas para casais.

SS: No livro Defraudação Emocional, falo sobre a angústia do cristão solteiro, que quer casar com a pessoa certa. A Bíblia ensina que a mulher deve esperar, que ela deve ser cortejada, que tem que existir romantismo, mas hoje em dia as mulheres reclamam que os homens estão muito devagar, muito parados.

QUEM: E o livro Onde Foi Que Eu Errei?, lançado há uma semana?

SS: Esse fala sobre a criação dos filhos, e cito os dez erros que os pais cristãos cometem, fazendo com que os filhos saiam dos caminhos do Senhor. Coisas como reprimir demais, por exemplo. É um grave erro. Os pais devem dar escolha aos filhos em vez de proibi-los de tudo.

QUEM: Como sua família reagiu quando você se converteu?

SS: Um dia depois de falar com Deus, liguei para minha mãe para contar o ocorrido. Ela não acreditou, me xingou e bateu o telefone na minha cara. Depois, ficou dois anos sem falar comigo, porque achava que eu havia me tornado uma beata de igreja, aquele estereótipo cafona, e, na verdade, nem todo mundo é igual. Sabe aquela idéia de que não pode raspar, não pode depilar, só pode usar coque e saião? Dois anos depois, minha mãe se converteu e voltamos a nos falar.

QUEM: Você converte as pessoas?

SS: Quem convence é o próprio Espírito Santo. Eu posso despertar um interesse na sua vida, te falar do Evangelho, mas não tenho o poder de virar uma chave no seu íntimo e fazer você se abrir para uma coisa. Sou missionária, pregadora da palavra, cantora e ministra de louvor. Meu trabalho não é evangelístico, mas de edificação, para que o público se purifique.

QUEM: Você se chamava Riroca. Por que mudou de nome?

SS: Essa história já tem mais de 15 anos, e tento o máximo possível não remeter a esse assunto. Riroca, em tupi-guarani, significa casa do amor. Era um nome muito esquisito. Algumas pessoas não entendiam e me chamavam de palavrão. Desenvolvi uma timidez excessiva e os meus pais entraram na justiça pedindo que alterassem o meu nome. Foi a melhor coisa que eles fizeram. A partir dali, eu me tornei uma menina normal.

Data: 18/5/2009 09:22:48
Fonte: Notícias Cristãs
http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=4593

segunda-feira, 27 de abril de 2009

AS DOZE MARCAS DA MULHER VIRTUOSA

As doze marcas da Mulher Virtuosa

Em Provérbios 14:01 está escrito: “Toda mulher sábia edifica a sua casa…”
A mulher tem essa grande e nobre missão “edificar a sua casa” para isso ela precisa ser sábia.

1. Evangeliza sem palavras
O procedimento da mulher deve falar mais alto do que a sua voz. Nenhuma pregação é mais poderosa que testemunho da vida.

2. É controlada em seu tem temperamento (I Pe 3: 04)
A mulher sabe colocar inteligência nas suas emoções, pensa antes de falar, agir, etc.
Mansidão é a marcar das grandes mulheres, que fazem à diferença na vida do marido e dos filhos.

3. Tem disposição para servir (Pv. 31: 17, 27)
Há um provérbio que diz: “Quem não serve não serve?” casamento deve ser um contrato sócia entre duas pessoas dispostas a servir.

4. Tem espírito solidário (Pv. 31: 12)
Nenhum relacionamento florescente, cresce ou amadurece de forma sadia se não houver atitudes de solidariedade entre as pessoas envolvidas.

5. Tem senso de avaliação (Pv. 31: 12)
A mente da mulher virtuosa é “larga”. Sabe ver longe, é capaz de ponderar antes de comprar, negociar, vender, etc.

6. Usa seus dons em beneficio da família. (Pv. 31: 19)
Muitas mulheres precisam despertar seu dom que tem afim de crescer na sua auto-estima e ser benção para a família e nas muitas outras áreas.

7. Valoriza sua beleza estética (Pv. 31: 22)
O homem é atraído pelo que vê, e o marido sempre espera ver a esposa vestida, penteada e produzida da melhor maneira possível. Não deixe seu marido procurar em outra, o que ele pode encontrar em você.

8. Tem coração caridoso.(Pv. 31: 20)
A alma generosa properará, é o que diz a palavra do Senhor. A Lei da semeadura é infalível. Quem abre o coração para dar, certamente também estará recebendo.

9. Tem força e dignidade (Pv. 31: 25)
Não basta ser uma “mulher forte” porém sem dignidade. Digninidade são marcas de um caráter que tem profundidade.

10. Ao abrir sua boca demonstra sabedoria (Pv. 31: 26)
Sabe disciplinar os filhos com sabedoria e disciplina, sabe falar com o marido com equilíbrio, sabe responder questões difíceis com inteligência.

11. Detesta a ociosidade (Pv. 31: 27)
O trabalho é tão importante que dá a pessoa o senso de valor próprio, a ociosidade pode transformar a mente em uma usina de coisas que não constroem.

12. Sabe valorizar, cultivar a beleza interior (Pv. 31: 25, 30)
O que é mais importante, a casca ou o conteúdo? A beleza exterior é fundamental,porém deve ser apenas um reflexo do que se é por dentro, cuidar “da casca” e se esquecer do “conteúdo de vida exterior” não é sábia.

Fonte: http://blogdobrunelli.wordpress.com/2009/04/09/as-doze-marcas-da-mulher-virtuosa/

terça-feira, 21 de abril de 2009

MULHERES GERADORAS DE VIDA

MULHERES GERADORAS DE VIDA - O MINISTÉRIO COM CRIANÇAS COM CRIANÇAS COMEÇA NO VENTRE



“Este livro chega em boa hora, instruindo todos nós, Igreja do Senhor Jesus, a ajudar mulheres, homens e famílias a receber esta dádiva do céu e a ministrar, desde o ventre, o amor, a aceitação e o senso de valor e de propósito na vida de cada ser humano que vem a este mundo.” ─ Ana Paula Valadão Bessa, líder do Ministério de Louvor Diante do Trono, trabalha com o ministério infantil cantando que Deus sonhou com cada criança antes mesmo de elas nascerem.

Em Mulheres geradoras de vida¸ além das preciosas lições sobre o ministério no ventre para pais e mães, a autora desafia mulheres a buscar em Deus por seu sonho da maternidade e a não se deixar enganar pelas mentiras acerca do aborto, assim como mostra a líderes de berçário que seu papel com os bebês vai muito além de deixá-los descansando enquanto os pais assistem ao culto...

Cláudia Guimarães, que ministra cursos para pais e professores, revela aqui como é essencial o preparo de pais e gestantes, aos mostrar os benefícios de uma vida abençoada desde a concepção.

Cláudia Guimarães, pedagoga e educadora especializada em educação infantil, é mãe de Matheus, Pedro e João e casada com Frederico Guimarães. Além disso, é evangelista e pastora de crianças, coordenadora da campanha PAI contra a violência infantil, escritora e conferencista nas áreas infantil e familiar. A autora escreveu Pastoreando crianças desta geração (Vida, 2005) e Bruxinha boa? Bruxinha má? (Danprewan, 2007).

Ficha Técnica:
ISBN: 85-383-0108
Páginas: 336
Formato: 21x14cm
Categoria : Ministério/Relacionamentos: Fámilia/Filhos
Acabamento: Brochura
Autor: Claudia Guimarães

http://www.editoravida.com.br/loja/product_info.php?products_id=663

CARRIE PREJEAN - EXEMPLO DE UMA MODELO DE CARÁTER

CARRIE PREJEAN - EXEMPLO DE UMA MODELO DE CARÁTER



Miss Califórnia: Deus estava me testando
Competidora perde coroa de cerimônia de Miss EUA depois de responder pergunta sobre “casamento” gay

Drew Zahn - © 2009 WorldNetDaily

Na cerimônia de Miss EUA no domingo a noite, a competidora Carrie Prejean teve de responder à pergunta que ela mais temia: “Vermont recentemente se tornou o quarto estado a legalizar o casamento de mesmo sexo. Você acha que todos os estados devem imitar?”

Prejean, já coroada Miss Califórnia, estava sendo considerada a candidata com as melhores chances de ganhar o concurso Miss EUA, mas ela sabia que sua resposta a essa única pergunta poderia não ficar bem para os jurados, principalmente o juiz que fez a pergunta, o blogueiro de fofocas de celebridades Perez Hilton, que é abertamente homossexual e que se considera “a rainha da mídia”.

Para ver o resto do artigo e o vídeo dela, siga este link:
http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/miss-california-deus-estava-me-testando.html

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BERLIM DEDICA EXPOSIÇÃO A REFORMADOR JOÃO CALVINO

BERLIM DEDICA EXPOSIÇÃO A REFORMADOR JOÃO CALVINO

Diz-se que as ideias de Calvino, reformador da igreja no século 16, inspiraram a democracia moderna e o capitalismo. Hoje, 500 anos após seu nascimento, o Museu
Histórico Alemão lhe dedica exposição em Berlim.

Com mais de 360 documentos históricos, obras de arte e objetos litúrgicos, a atual mostra de Berlim é a maior exposição na Europa durante o Ano Calvino, que marca os 500 anos do reformador nascido em 10 de julho de 1509, na cidade francesa de Noyon.

A exposição tem como foco a pessoa de Calvino e sua influência na Europa. A mostra também trata de temas como expulsão, migração e minorias — assuntos problemáticos para o continente durante diferentes épocas. O próprio Calvino foi forçado a fugir da França para a Suíça em 1535, quando a tensão religiosa levou a levantes violentos contra protestantes.

Isso aconteceu numa época em que a Europa estava dominada por monarcas e a Igreja Católica tinha grande influência tanto na política quanto na sociedade civil. E fazia apenas duas décadas que o alemão Martinho Lutero havia pregado suas 95 teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, defendendo a salvação através da fé e acendendo, inadvertidamente, a centelha da Reforma Protestante.

Foi nesse contexto que Calvino desenvolveu e propagou o movimento protestante que se iniciava. Mais tarde, sua doutrina teológica ficou conhecida como calvinismo.
O nascimento do Estado sem corrupção

Em entrevista à Deutsche Welle, o teólogo católico e professor aposentado Arnold Angenendt declara que “o calvinismo influenciou decididamente a forma moderna de vida”. Segundo o teólogo, Calvino é interpretado como aquele que disse que qualquer erro é sinal de que se foi abandonado por Deus.

O calvinismo é conhecido por propagar o trabalho duro, a confiabilidade e o perfeccionismo. Angenendt explica que “a ética calvinista criou o funcionário público responsável e profissional”. Para o historiador, isso significou “o nascimento do Estado europeu”.

Um funcionário público que se comporta conforme a ética calvinista não está passível de envolvimento com a corrupção. Os países ocidentais mais influenciados por Calvino têm governos menos corruptos que seus vizinhos do Leste, afirma Angenendt.
Responsabilidades individuais

As igrejas calvinistas são caracterizadas não somente pela forte consciência ética, mas também pela organização não-hierárquica, diz em entrevista à Deutsche Welle Achim Detmers, da Igreja Luterana na Alemanha. Esta igualdade “democrática”, segundo ele, não traz somente liberdade, mas também responsabilidade.

O calvinismo não prescreve um credo universal para cada situação. Em vez disso, novas situações históricas — como o surgimento do nazismo na Alemanha dos anos de 1930 ou tempos de desigualdade econômica — requerem que fiéis leiam novamente a Bíblia e façam interpretações relevantes, diz Detmers.

A redução da influência política eclesiástica e a ênfase no papel do indivíduo são todos ensinamentos do calvinismo, que têm mais em comum com a moderna democracia europeia do que com as últimas monarquias medievais.

“Calvino defendia um democracia aristocrática. Ele defendia uma separação administrativa da Igreja e do Estado, embora quisesse assegurar que a sociedade estava embasada em princípios cristãos como Os Dez Mandamentos”, explica o teólogo alemão.

Detmers comenta que particularmente em comparação com outras doutrinas, que são organizadas mais hierarquicamente e dão menor valor à participação dos fiéis, o calvinismo oferece às sociedades “modernas” um grande potencial de inovação e reflexão.

Uma solução calvinista para a crise financeira?

O clérigo luterano adverte, no entanto, que não deve ser estabelecida uma ligação muito forte entre Calvino e o desenvolvimento da democracia moderna e do capitalismo, chamando a atenção para o papel exercido por uma série de outros fatores sociológicos e históricos neste contexto.

Se os ideais calvinistas — baseados mais no medo do que na misericórdia — tiveram uma maior influência na sociedade atual, já é uma outra questão.

Na abertura da exposição em Berlim nesta semana, o premiê holandês, Jan Peter Balkenende, salientou que a forte ética de trabalho, que é parte importante da teologia calvinista, “se transformou num sistema moral”.

À luz da atual crise econômica, seria “bom se os mercados financeiros fossem mais fortemente governados por estes princípios”, afirmou Balkenende.
Bastiões da teologia reformista

Mais de 25 milhões de pessoas fazem parte da Igreja Luterana na Alemanha, de acordo com informações da própria Igreja. Desses, dois milhões pertencem às igrejas protestantes reformadas. Outros bastiões da teologia reformista na Europa são a Suíça, a Holanda, a Hungria, a Escócia e a França.

Na Alemanha, os membros das igrejas reconhecidas pelo Estado pagam uma dízimo mensal às Igrejas Católica e Protestante. No país, a Igreja Católica conta oficialmente com 25 milhões de fiéis.

A exposição Calvinismo fica aberta até 19 de julho próximo no Museu Histórico Alemão, em Berlim.























Autora: Kate Bowen
Revisão: Soraia Vilela
Fonte: Deutsche Welle
Divulgação: www.juliosevero.com


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domingo, 19 de abril de 2009

MULHERES ESTÃO BEBENDO CADA VEZ MAIS

BEBEDEIRA - Brasileiros estão bebendo cada vez mais, principalmente mulheres

Os brasileiros estão exagerando no consumo de bebidas alcoólicas, de acordo com pesquisa do Ministério da Saúde. O estudo revela que, de 2006 para 2008, o número de pessoas que fazem uso abusivo de álcool cresceu 18%. O consumo é considerado exagerado quando passa de quatro doses de bebida para as mulheres e cinco para os homens, em uma mesma ocasião, por exemplo, uma festa.

A pesquisa apontou, ainda, que as mulheres estão bebendo cada vez mais. Em 2006, 8% da população feminina bebia exageradamente. Esse valor passou para mais de dez por cento, no ano passado. O diretor do Departamento de Análise de Situação e Saúde do Ministério da Saúde, Otaliba Libânio, explica que, ainda assim, os homens continuam sendo os que mais exageram no consumo de álcool.

"O consumo abusivo de bebidas alcoólicas, a prevalência é muito maior nos homens em comparação com as mulheres. E a faixa etária de maior consumo é essa faixa etária de adulto-jovem. Com relação a uma pergunta se a pessoa dirige após o consumo abusivo de bebida alcoólica, aí tem uma prevalência muito mais elevada dos homens em comparação com as mulheres."

O diretor do Departamento de Análise de Situação e Saúde esclarece que a faixa etária adulto-jovem vai dos vinte e cinco aos trinta e quatro anos. Na avaliação do Ministério da Saúde, uma dose de bebida alcoólica equivale a uma lata de cerveja, ou uma taça de vinho, ou, ainda, uma dose de uísque ou vodca.

Data: 15/4/2009 01:00:00
Fonte1: Agência do Rádio
Fonte2: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=4253